domingo, 10 de julho de 2016

“Reportagem no “Jornal de Ciclismo” do “8º Passeio Mafra/Gare.2016”

Já está on-line a reportagem no “Jornal de Ciclismo”, do “8º Passeio Mafra/Gare.2016” realizado este domingo em Mafra, a mesma pode ser visualizada em: http://jornalciclismo.com/?p=42794 ou em: http://jornalciclismo.com/ onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Tour/Rui Costa: «Estou feliz e quero mais»”

Por: Fábio Lima

Foto: Getty Images

Ciclista da Lampre-Merida assegura que vai voltar a atacar

Rui Costa ficou este domingo muito perto de conquistar a sua primeira vitória no Tour desde 2013 - ano em que conquistou duas tiradas -, mas Tom Dumoulin acabou por ser o mais forte na fuga que se destacou na nona etapa. Mesmo assim, apesar de ter sido segundo na chegada de hoje, o português mostrou-se satisfeito, aproveitando para agradecer todo o apoio que recebeu.

"TANTAS BANDEIRAS PORTUGUESAS! Que honra! Obrigado, de coração, a todos os que gritaram por mim. Um incentivo extra para tanto esforço. Vamos continuar a gritar, mais logo pela seleção. Força PORTUGAL!", começou por escrever o ciclista da Lampre-Merida, no seu blogue oficial.

"Que dureza que foi esta etapa. Aquela subida final parecia interminável! Foi um dia super complicado, mas a vontade de vencer era maior. Um resultado que me anima. Não foi uma vitória, mas depois de tanto esforço e tantas tentativas que eu fiz, acho que foi uma boa recompensa. Estou feliz e quero mais. Até Paris ainda temos muitas etapas e mais oportunidades. Vamos dar luta. Preparem-se!", acrescentou, em jeito de aviso.

 

Fonte: Record on-line

“Tour/Alberto Contador abandonou no decurso da nona etapa”

Foto: EPA/YOAN VALAT

Espanhol desistiu da prova a cerca de 100 quilómetros da meta da nona etapa, Alberto Contador abandonou no decurso da nona etapa.

O ciclista espanhol Alberto Contador (Tinkoff), vencedor da Volta a França em 2007 e 2009, abandonou hoje no decurso da nona etapa da 103.ª edição da prova.

Contador, que caiu nas primeira e segunda etapas, recuou várias vezes ao carro da equipa ao longo dos 184,5 quilómetros entre Vielha val d’Aran (Espanha) e Andorra Arcalis, acabando por desistir a cerca de 100 quilómetros da meta.

Com um ar conformado, o espanhol, que já estava a 2.31 minutos do camisola amarela Chris Froome (Sky), disse adeus para as câmaras, enquanto entrava para o carro da Tinfoff.

Esta é a segunda vez que o bicampeão do Tour desiste, já que também em 2014 foi forçado a abandonar, devido a uma queda na 10.ª etapa.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa  

“Tour/Froome espantado com ausência de ataques de Quintana”

Foto: ALIX GUIGON

Froome lidera a geral e tem o seu principal rival, o colombiano da Movistar, a 23 segundos à entrada para o primeiro dia de descanso.

Chris Froome (Sky), camisola amarela da Volta a França em bicicleta, mostrou-se hoje surpreendido pela ausência de um ataque de Nairo Quintana (Movistar), seu ‘vice’ nas edições de 2013 e 2015, na nona etapa.

"Não parava de pensar que o ataque surgiria, aguardava-o até ao último quilómetro. Questionava-me se estaria a guardar forças para um grande ataque, mas como não o fez quero pensar que estava no limite das suas forças. Manteve-se colado à minha roda”, assumiu o ciclista britânico, após a chegada a Arcalís, Andorra.

Froome lidera a geral e tem o seu principal rival, o colombiano da Movistar, a 23 segundos à entrada para o primeiro dia de descanso.

O equilíbrio de forças entre candidatos levou o chefe de fila da Sky a recordar que antes do arranque da 103.ª edição considerou que esta seria a ‘maior batalha’ da sua carreira, um prognóstico que se está a cumprir.

“É difícil manter-me na roda dos meus adversários. O nível é superior e vou ter de lutar por cada segundo que possa”, assumiu, lamentando também o abandono de Alberto Contador (Tinkoff), que era apontado como um dos seus grandes rivais na conquista do ‘tri’.

Em defesa de Quintana saiu Alejandro Valverde, que no ano passado foi terceiro atrás do seu colega de equipa.

“O Nairo fez bem em manter-se com o Froome. Ele está intratável? O Nairo também. Ainda falta muito neste Tour, há que atacar no momento certo e ninguém sabe quando será”, concluiu o espanhol da Movistar.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Veloso queria vitória da W52-FC Porto mas só conseguiu tranquilidade"

Foto: DR

O galego investiu nos últimos quilómetros, tentando ‘roubar’ a liderança ao italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira).

O espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto) ambicionava hoje conquistar uma vitória ‘azul e branca’ no Troféu Joaquim Agostinho, mas só conseguiu assegurar tranquilidade para a Volta a Portugal em bicicleta, com o triunfo na última etapa.

“Cheguei com vantagem suficiente para vencer uma etapa, muito importante para mim, porque tenho tido uma época difícil, desde a queda na Volta ao Alentejo, que atrasou bastante a preparação. Deu-me tranquilidade porque vejo que todo o trabalho está a resultar”, disse à Lusa o vencedor das edições de 2014 e 2015 da Volta a Portugal.

O galego investiu nos últimos quilómetros, tentando ‘roubar’ a liderança ao italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), que viria a vencer a 39.ª edição da prova, cruzando a meta, no parque eólico da Carvoeira, com cinco segundos de vantagem sobre o francês Guillaume de Almeida (Rádio Popular-Boavista).

“Com o Raul [Alarcón] em quarto, a poucos segundos do pódio, queríamos reservá-lo para o final e eu tentar desde longe, porque sabíamos que o Nocentini ia ficar em equipa. Foi essa a nossa corrida, tínhamos de arriscar e eu tentei, mas outras equipas também estavam a lutar e não consegui melhor do que alguns segundos”, explicou.

A derradeira prova do calendário nacional antes da Volta a Portugal, unanimemente considerado o grande objetivo temporada numa época dominada pelos ‘dragões’, serviu para medir forças, mas Veloso recusou entrar em euforias.

“Penso que a Volta vai ser muito dura, não tem tantos finais em alto, mas nenhuma etapa é fácil, a menos difícil é que termina em Castelo Branco [a sétima]. O facto de serem apenas oito corredores também diminui as hipóteses de uma equipa controlar a corrida, vamos ver”, rematou Veloso, que apesar do triunfo na tirada não foi além do sétimo posto na geral, a 59 segundos do vencedor.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa  

“Henrique Casimiro fecha em oitavo”

Ciclista da EFAPEL foi décimo na última etapa do GP de Torres Vedras

A equipa de ciclismo EFAPEL terminou o 39º Grande Prémio Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho com Henrique Casimiro na oitava posição da classificação geral individual. No dia em que o pelotão subiu ao Parque Eólico da Carvoeira, o corredor voltou a ser o melhor representante da formação de Ovar, ao cruzar a meta em décimo, e segurou o seu lugar entre os dez primeiros

Num dia quente, a etapa teve bastante montanha. Na EFAPEL, Nuno Almeida foi o primeiro a mexer ao integrar a fuga do dia. O ciclista da equipa liderada por Américo Silva sofreu uma queda mas conseguiu retomar a competição e ainda rebolou ao grupo de escapados. Com a aproximação da chegada e ultrapassadas as montanhas intermédias, a fuga foi apanhada pelos homens que discutiam os lugares cimeiros da geral. Henrique Casimiro foi o décimo a passar pela meta a 14 segundos do vencedor e acabou o grande prémio a 1m01s do camisola amarela.

“Este foi o último teste em competição que fizemos antes da grande prova do ano, a Volta a Portugal. Foi muito positivo. Não conseguimos vencer nenhuma etapa, que era um dos objectivos definidos para o Grande Prémio Internacional de Torres Vedras, mas voltámos a mostrar todo o nosso potencial enquanto equipa e isso é importante”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

A equipa de ciclismo EFAPEL faz agora uma pausa nas competições e regressa à estrada no final do mês com o arranque para a Volta a Portugal.

Efapel

“GP Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho”

Nocentini ganha o Grande Prémio e Veloso fica com a terminação

O italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) resistiu aos ataques da concorrência e conquistou hoje, no alto da Carvoeira, a 39.ª edição do Grande Prémio Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho. O galego Gustavo César Veloso (W52-FC Porto) venceu a última etapa, 147 quilómetros desde Atouguia da Baleia at+e o Parque Eólico da Carvoeira, onde a meta coincidiu com uma contagem de montanha de terceira categoria.

Os últimos 50 quilómetros da etapa, que englobavam quatro contagens de montanha, desmantelaram o pelotão. Rinaldo Nocentini ficou sem colegas de equipa na fase mais dura, num pelotão onde todos os rivais tinham, pelo menos, um companheiro. Nesta fase, a W52-FC Porto apostou forte, lançando Gustavo César Veloso para a dianteira, em busca dos sete fugitivos que, pedalavam na frente desde o quilómetro 27.

O galego da equipa portista conseguiu chegar à frente da corrida nas rampas da Carvoeira, com margem suficiente para cortar a meta isolado e celebrar a vitória na tirada. Seguiu-se, a 5 segundos, o francês Guillaume Almeida (Rádio Popular-Boavista), um dos sete homens que fez parte da fuga do dia. O terceiro foi o melhor jovem da prova, o colombiano Aldemar Reyes (Manzana Postobon), a 7 segundos.

“Toda a equipa fez uma grande corrida, desde o primeiro dia. Foi um bom ensaio para a Volta a Portugal, porque esta é a corrida em que todos queremos avaliar o estado de forma, já que nos treinos as coisas são diferentes”, disse o vencedor da etapa.

Rinaldo Nocentini, numa demonstração de classe e sangue frio, controlou os adversários, sendo o sétimo classificado tirada, um resultado suficiente para ganhar a corrida. O torriense Hernãni Broco (LA Alumínios-Antarte) foi o segundo classificado, a 24 segundos, e o espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto) fechou o pódio, a 26 segundos.

“Foi uma etapa muito difícil. Tive uma grande equipa, que trabalhou muito e bem. A dada altura fiquei sozinho, mas já perto da subida final dois colegas juntaram-se à frente e puderam ajudar. Esta vitória é muito importante para mim, por            que é a primeira em seis anos, e é muito importante para a equipa, por ser a primeira da época. Tem sabor especial vencer a prova que lembra Joaquim Agostinho, que era um símbolo do Sporting”, afirmou Nocentini.

O maior poderio coletivo da W52-FC Porto permitiu aos portistas a vitória na classificação por equipas e a Raul Alarcón ganhar a classificação por pontos. Yoann Barbas (Armée de Terre) aproveitou a fuga de hoje para subir ao pódio como rei dos trepadores e como vencedor do combinado, o mesmo tendo feito Bruno Sancho (Anicolor) relativamente às metas volantes.

Classificações

3.ª Etapa: Atouguia da Baleia – Parque Eólico da Carvoeira, 146 km

1.º Gustavo César Veloso (W52-FC Porto), 3h48m41s (Média: 38,569 km/h)

2.º Guillaume Almeida (Rádio Popular-Boavista), a 5s

3.º Aldemar Reyes (Manzana Postobon), a 7s

4.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), mt

5.º Hernâni Broco (LA Alumínios-Antarte), mt

6.º João Benta (Louletano-Hospital de Loulé), a 9s

7.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt

8.º Thomas Lebas (Bridgestone Anchor), a 11s

9.º Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte), mt

10.º Henrique Casimiro (Efapel), a 14s

Geral Individual

1.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), 13h00m18s

2.º Hernâni Broco (LA Alumínios-Antarte), a 24s

3.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), a 26s

4.º João Benta (Louletano-Hospital de Loulé), mt

5.º Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte), a 54s

6.º Mikel Bizkarra (Euskadi Basque Country-Murias), a 59s

7.º Gustavo César Veloso (W52-FC Porto), mt

8.º Henrique Casimiro (Efapel), a 1m01s

9.º José de Segóvia (Louletano-Hospital de Loulé), a 1m02s

10.º Aldemar Reyes (Manzana Postobon), a 1m54s

Fonte: FPC

“Reportagem no “O Praticante” do “8º Passeio Mafra/Gare.2016”

Já está on-line a reportagem no “O Praticante” do “8º Passeio Mafra/Gare.2016” realizado este domingo em Mafra, a mesma pode ser visualizada em: http://www.opraticante.pt/mafragare-pedalada-forte/ ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “8º Passeio Mafra/Gare.2016”

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “8º Passeio Mafra/Gare.2016”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos do “8º Passeio Mafra/Gare.2016” realizado este domingo em Mafra, as mesmas podem ser visualizadas em:

“Mafra/Gare com pedalada forte”

Num sobe e desce, duas centenas pedalaram a bom ritmo

Texto e fotos: José Morais

Foi para a estrada este domingo 10 de julho, o 8º passeio de cicloturismo do Núcleo dos Amigos do Cicloturismo Mafra/Gare, um evento do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com os apoios da União de Freguesias da Igreja Nova Cheleiros, e da Associação Amigos Capela Nª Srª Fátima Mafra/Gare.

A concentração ocorreu pelas 8 horas em Mafra/Gare junto á escola primária, pelas 9,15 era dada a partida aos cerca de 200 participantes, para um trajeto de cerca de 50 quilómetros, percorridos pelo concelho, com passagem por Alcainça, Igreja Nova, Mafra, Sobreiro, Riba Mar, Ericeira, Seixal, Sobreiro, Mafra, Alcainça, e Mafra/Gare, onde o evento terminou cerca das 12,15.

O passeio pedalada a pedalada:

A bela região de Mafra, é sem dúvida bem conhecida por muitos motivos, os seus pontos turísticos, os monumentos, caso do Convento de Mafra, a bela Tapada que dá o seu nome, as suas aldeias históricas, as célebres Rotas Históricas das Linhas de Torres, a Ericeira, reconhecida pelas suas praias, e ainda a Reserva Mundial de Surf, como foi nomeada, entre muitas coisas que podem regalar um bom par de olhos. E foi por alguns destes locais maravilhosos, que o passeio deste domingo passou, numa zona um pouco acidentada, com um sobe e desce, de uma dificuldade média/alta, mas a qual foi superada por todos, já que a pedalada foi certeira, num domingo que acordou com alguma nubilidade, e bastante vento, foi este o maior inimigo dos cicloturistas, mas superado por todos.

No final, Vítor Amado responsável pelo Núcleo falou á nossa reportagem fazendo um balanço do evento ao qual dizia; “ Estamos satisfeitos pelo resultado, tivemos aqui um bom número de participantes, tudo correu bem, o que nos satisfaz, tentamos dar o nosso melhor, tivemos aqui cerca de 40 pessoas do staff por detrás, para manter tudo isto em funcionamento, e correu sem dúvida da melhor maneira. Queria agradecer assim a todos os que marcaram aqui presença hoje, foi um prazer tê-los cá, tentamos dar o nosso melhor, e convidava outros a virem em próximas edições, apesar das dificuldades em parte do percurso, isto é cicloturismo e pensamos em todos, vemos a modalidade com outros olhos, aparecem, são todos bem-vindos”, e estas as palavras de Vítor Amado, que no final já nos falava comovido, pela forma como vive a modalidade.

E foi sem dúvida um belo passeio, como já referidas, as dificuldades por algumas irregularidades da região, mas as maiores, sem dúvida o forte vento que se fez sentir, mas que foram superadas por todos.

Temos ainda de referir o excelente trabalho feito pela Brigada de Trânsito do GNR, e ainda com o apoio do Grupo de Motares de Mafra, que deram a toda a caravana a máxima segurança possível, num evento que terminou com um suculento almoço de porco no espeto, e o convívio tarde dentro.

Por hoje, pouco mais para dizer, apenas dar os parabéns á organização pela excelente receção, iremos fazer uma semana de interregno por não haver eventos no próximo fim-de-semana, voltaremos dentro de duas semanas, desta vez com um grande evento a realizar em Pombal, vão ser as “14 Horas a Pedalar em Pombal” que este ano celebra a sua 15ª edição, e que muito promete entre as 22 horas de sábado dia 23, até ás 12 horas de domingo dia 24, até lá fica ainda um pouco de história de Mafra, com os votos de bons passeio, boas pedaladas.

História de Mafra: “Vestígios arqueológicos sugerem que o povoado hoje denominado por Mafra foi habitado pelo menos desde o Neolítico. A origem do termo Mafra continua envolta em mistério, sabendo-se apenas que evoluiu de Mafara (1189), Malfora (1201) e Mafora (1288).

Alguns autores encontraram na sua origem o arquétipo turânico Mahara, a grande Ara, vestígio de um culto de fecundidade feminina outrora existente no aro da vila. Outros, radicaram o nome no árabe Mahfara, a cova, na presunção de que a povoação se encontrava implantada numa cova, facto desmentido pelo reconhecido arabista David Lopes. A vila está, isso sim, situada numa colina, cercada por dois vales onde correm as ribeiras conhecidas por Rio Gordo e Rio dos Couros. Certo também é que Mafra foi uma vila fortificada, podendo ainda hoje encontrar-se, na Rua das Tecedeiras, um pouco da muralha que a cercava.

Os limites do castelo, que tudo leva a crer assenta sobre um povoado neolítico, sucessivamente reocupado até à Idade do Ferro, compreendiam toda a zona da "Vila Velha", que hoje se inclui no espaço delimitado a Oriente pelo Largo Coronel Brito Gorjão, a Sul pela Rua das Tecedeiras, a Ocidente pelo Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima e a Norte pela Rua Mafra Detrás do Castelo. A designação desta rua deve-se ao facto de a povoação ter voltado, literalmente, as costas ao flanco norte, por ser o mais exposto aos ventos. A densa floresta que, consta, existiu até ao século XIX na Quinta da Cerca, constituída por árvores de grande porte, reforçaria o paravento.

Em 1147, Mafra é conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, e em 1189 a vila é doada pelo Rei D. Sancho I ao Bispo de Silves, D. Nicolau, que no ano seguinte lhe confere o primeiro foral”.

Parceria: Notícias do Pedal/FPCUB*

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