domingo, 3 de julho de 2016

“Tour/Contador fisicamente muito penalizado após segunda queda”

Alberto Contador já caiu duas vezes em duas etapas no Tour.

Foto: QUIQUE GARCIA / EPA

O ciclista Alberto Contador (Tinkoff), que caiu pelo segundo dia consecutivo na Volta a França, assumiu estar “fisicamente muito penalizado”, depois de perder tempo no final da segunda etapa.

“Perdi tempo que não esperava perder. Sofri outra queda, bateram-me no guiador e magoei o lado oposto ao da queda de ontem [sábado]. A partir daí, sabia que tinha de minimizar ao máximo as perdas”, descreveu o espanhol.

Contador, vencedor da prova francesa em 2007 e 2009, mostrou o seu descontentamento pela onda de azares, confessando estar fisicamente muito penalizado e não poder pedalar como gostaria devido às quedas.

"O importante é manter o moral em alta, não desanimar, o que nem sempre é fácil. Tenho as duas pernas muito tocadas”, completou.

À partida para a segunda etapa, que foi vencida pelo seu companheiro Peter Sagan, o madrileno revelou que passou mal a noite, na sequência da queda na primeira jornada, que o deixou com abrasões e feridas em toda a parte direita do corpo.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa  

“Tour/Sagan vence segunda etapa e veste a amarela/Sagan não ganhava no Tour desde 2013”

Foto: Lusa

O eslovaco Peter Sagan (Tinkoff) voltou hoje às vitórias na Volta a França em bicicleta, ao ganhar a segunda etapa da 103.ª edição, vestindo a amarela como bónus.
Sagan, que não ganhava no Tour desde 2013, foi o mais forte no final dos 183 quilómetros entre Saint-Lô e Cherbourg-en-Contentin, batendo o francês Julian Alaphilippe (Etixx-QuickStep) e o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) na frente de um grupo que cumpriu a tirada em 04:20.51 horas.
O campeão do mundo subiu ao primeiro lugar da geral e vai vestir, pela primeira vez na carreira, a camisola amarela do Tour. Sagan tem oito segundos de vantagem sobre Alaphilippe, segundo classificado, e dez sobre Valverde, terceiro.
Na segunda-feira, disputa-se a terceira etapa, uma ligação de 223,5 quilómetros entre Granville e Angers.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Campeonato Nacional Estrada”

Daniela Reis impõe-se com autoridade

Daniela Reis (DN17 Poitou Charentes) ganhou hoje, em Vila Flor, a prova de fundo para elite feminina do Campeonato Nacional de Estrada. Dois dias depois de conquistar o título de contrarrelógio, Daniela Reis fez uma espécie de exercício individual, cumprindo em solitário cerca de um terço dos 98 quilómetros da corrida.

Daniela Reis atacou na segunda das dez voltas ao circuito. Foi acompanhada por Celina Carpinteiro (5Quinas/Município de Albufeira) e pela júnior Soraia Silva (Bairrada). O trio manteve-se junto até à sétima volta, altura em que Daniela Reis se cansou da companhia e resolveu acabar a prova em solitário.

A vencedora completou o percurso em 2h59m31s, quase dobrando o pelotão. A adversária que mais resistiu ao poderio de Daniela Reis foi Celina Carpinteiro, que, à semelhança do que sucedeu no contrarrelógio, foi a vice-campeã, gastando mais 5m48s. A terceira classificada foi Irina Coelho (5Quinas/Município de Albufeira), a 16m49s.

“Os campeonatos nacionais de estrada eram um objetivo para esta temporada. Sei que estou um bom momento de forma, mas não subestimo as minhas adversárias, até porque o percurso da prova de fundo era mais propício a algumas delas. Por isso, ataquei de longe e, felizmente, consegui distanciar-me. Fiquei feliz pela vitória e por ter sido a Celina a ficar na segunda posição”, afirmou Daniela Reis.

Soraia Silva viu premiada a ousadia de acompanhar as corredoras de elite Daniela Reis e Celina Carpinteiro, sagrando-se campeã nacional de juniores. Precisou de 2h26m53s para cobrir os 78,4 quilómetros de corrida. A segunda classificada foi Marta Branco (ASC/Focus Team/Vila do Conde), a 6m45s. Maria Martins fechou o pódio, a 13m33s.

A vencedora em cadetes foi Raquel Silva (5Quinas/Município de Albufeira), que completou os 58,8 quilómetros em 1h53m40s, menos 8 segundos do que a perseguidora mais direta, Jéssica Costa (ASC/Focus Team/Vila do Conde), e menos 17 segundos do que a terceira classificada, Nádia Henrique (Mato Cheirinhos/Liberty Seguros/Vila Galé). Foi o segundo título deste fim de semana para Raquel Silva, que já havia conquistado o campeonato nacional de contrarrelógio.

Também em masters assistimos ao triunfo na prova de fundo da corredora que venceu o contrarrelógio, Raquel Marques (ASC/Focus Team/Vila do Conde). A campeã nacional terminou os 58,8 quilómetros de corrida em 1h53n21s, batendo ao sprint Elisete Sousa (5Quinas/Município de Albufeira). A terceira foi Marlene Emídio (Extremosul/Hotel Alísios/Cenmais), a 33 segundos.

Fonte: FPC

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/XCO”

David Rosa 29.º no Mundial de XCO

O português David Rosa foi hoje o 29.º classificado na prova de elite do Campeonato do Mundo de Cross Country Olímpico (XCO), disputada em Nove Mesto na Morave, República Checa.

O corredor luso gastou mais 6m12s do que o suíço Nino Schurter, que conquistou a quinta medalha de ouro, após uma luta renhida com o campeão olímpico, o checo Jaroslav Kulhavy, que ficou a 17 segundos. O francês Julien Absalon também subiu ao pódio, no terceiro lugar, a 30 segundos do vencedor.

Além de David Rosa, que igualou o melhor resultado de sempre de um português – que já lhe pertencia -, Portugal esteve representado por Mário Costa, 72.º, a uma volta do vencedor, e por Tiago Ferreira, que abandonou.


“O David ainda não está na máxima forma, depois da paragem que fez. Ainda assim, esperávamos um pouco melhor. O Mário Costa nunca se encontrou e o Tiago Ferreira, adoentado durante a semana, ressentiu-se disso em prova”, lamenta o selecionador nacional, Pedro Vigário.

A sub-23 Joana Monteiro também competiu neste domingo, sendo a 27.ª classificada, a 13m13s da vencedora, a sueca Jenny Rissveds. A segunda classificada foi a suíça Sina Frei, a 1m04s, e a terceira foi outra helvética, Alessandra Keller, a 1m22s.

“Foi a melhor corrida internacional da carreira da Joana, que esteve muito bem, conseguindo manter-se, até final, na volta da vencedora”, resume Pedro Vigário.

Fonte: FPC

“Taça de Portugal de Enduro BTT”

Emanuel Pombo e Maaris Meier ganham em Vouzela

Emanuel Pombo (Ciclo Madeira Clube Desportivo) e Maaris Meier (ProRebordosa/Garrafeira Gomes/Oforsep) ganharam hoje, em Vouzela, a segunda prova da Taça de Portugal de Enduro BTT na categoria de elite.

Entre os homens, o corredor madeirense terminou com 20m23s, deixando o segundo classificado, Marco Fidalgo (Maiatos/Reabnorte/BikeZone), a 34 segundos. O terceiro foi João Reis (Penacova DH/UD Lorvanense), a 49 segundos. O resultado de hoje permitiu a Emanuel Pombo aumentar a vantagem na geral da Taça, que já comandava.

A estoniana Maaris Meier demonstrou grande superioridade entre as mulheres, acabando a corrida ao fim de 26m19s, reforçando a liderança na geral. Ana Leite (Bicicleta Clube de Felgueiras) foi a concorrente mais próxima, a 1m59s. Cláudia Costa (Maiatos/Reabnorte/BikeZone) fechou o pódio, a 5m49s.

Carlos Martins (Desportivo Jorge Antunes) foi o melhor júnior, João Ferreira (Penacova DH/UD Lorvanense) foi o único cadete em pista, Lino Correia (Vasconha BTT Vouzela) impôs-se entre os masters 30, Vasco Correia (Vasconha BTT Vouzela) triunfou em masters 40 e Joaquim Dias (Enduro BTT Braga) assumiu a primazia entre os masters 50.

Por equipas ganhou a formação Maiatos/Reabnorte/BikeZone.

Fonte: FPC

“Campeonato nacional de contra-relógio”

A vila de Palmela, no distrito de Setúbal, recebeu ontem, dia 2 de julho, mais uma edição do campeonato nacional de contra-relógio.

O contra-relógio no ciclismo é uma prova de especial importância, devido à caraterística muito diferenciada entre correr dentro de um grupo (pelotão) e correr individualmente. Correndo dentro de um pelotão, um ciclista pode chegar a economizar 50% da energia em relação ao ciclista da frente, em virtude das condições aerodinâmicas favoráveis dentro de um pelotão. Por isso, a estratégia de uma corrida ciclística em grupo é muito importante, ao passo que num contra-relógio, todos os ciclistas terão de realizar o mesmo esforço aerodinâmico, pois todos correm sozinhos, expostos ao vento direto. Por essa razão, o contra-relógio é muitas vezes chamada “a prova da verdade”, sendo uma prova de tremenda dificuldade com um nível elevadíssimo de esforço físico e de competição individual. Os atletas sãolançados de minuto a minuto, tendo os ciclistas de percorrer a distância numa corrida contra o tempo, no menos tempo possível, por isso, esta prova não é propicia para todos os atletas.

Devido às características partículas desta prova, e dos atletas, a equipa da ASFIC – Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic, fez-se representar no campeonato nacional com três dos seus atletas (Rui Rodrigues nos Masters 40,  Hélder Pereira nos Masters 30 e Diogo Silva nos Elites).

O campeonato nacional começou às 15h00, Rui Rodrigues seria lançado às 16h20, teria de percorrer 17 km no menor tempo possível. No entanto todos os atletas têm de estar no prólogo, cerca de 15 minutos antes, para que os comissários verifiquem as bicicletas, se as mesmas obedecem às normas impostas para a competição.

Rui Rodrigues, como programado e estipulado, tendo como referência  psicológica  o atleta que partira à sua frente, pois nesta competição, os atletas tentam apanhar o que parte à sua frente e nunca se deixar apanhar pelo que está à sua retaguarda. Rui Rodrigues não se intimidou por isso e fez os 17 km a “voar”, e conseguiu alcançar o seu adversário que havia partido à sua frente. Rui Rodrigues voou para o 1.º lugar do  pódio e para a conquista da camisola de campeão nacional 2016, tendo percorrido os 17 km em 22.49.47, à média de 43,783 km/h, tirando 7 segundos ao tempo do segundo classificado, Alberto Amaral, ex-ciclista profissional do Benfica, especialista em contra relógio e ex-campeão nacional profissional em 1998,  e 39 segundos ao terceiro classificado.

Rui Rodrigues, que este mês se sagrou campeão nacional em estrada e campeão regional de Santarémrenova também o seu titulo de  campeão nacional de contra relógio individual.

Já Heder Pereira e Diogo Silva não foram felizes nesta prova, Helder Pereira devido a uma alteração de tempos de partida, partiu a pressa e sem estar preparado, ficando alem das expetativas

Dedicamos esta camisola, que é um símbolo nacional e de ambição de qualquer ciclista a todos os patrocinadores sem exceção, mas em especial ao Gonçalo Pinheiro do Grupo Parapedra, que tudo tem feito em prol da equipa. Sabemos e estamos conscientes que todos os patrocinadores merecem a nossa vénia, o nosso respeito e admiração, mas nas maiores dificuldades e adversidades da equipa, o Gonçalo Pinheiro tem sempre apoiado e estado presente, mais que qualquer outro, por isso, como já foi referido, esta camisola é de todos, mas em especial dedicada a ele.

Estamos cientes que hoje a ASFIC Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic, continua a escrever uma página para história do desporto da Cidade de Rio Maior, pois este ano é o segundo feito de destaque nacional alcançado e nunca antes havia sido conseguido.

Salientamos e recordamos, que este é o quarto título importante alcançado em termos individuais pelos ciclistas da Asfic Ribeira São João, pois na semana passada, Rui Rodrigues sagrou-se campeão nacional de estrada, e na semana anterior Rui Rodrigues e João Portela sagraram-se Campeões Regionais de Ciclismo. Ambos os atletas irão envergar, durante toda a temporada, as respetivas camisolas nas provas em que participarem.

Continuaremos afincadamente a trabalhar para o sucesso desta equipa, pois todos estes feitos alcançados, não são obra do acaso ou destino, mas sim de muito trabalho, dedicação, responsabilidade e querer, quer dos atletas, quer da direção da ASFIC, que juntos formam uma equipa de respeito e projeção nacional.

A todos que estão connosco, e de alguma forma nos ajudam ou apoiam, muito obrigado


Fonte: ASFIC - GRUPO PARAPEDRA /DINAZOO / RIOMAGIC

“Reportagem no “O Praticante” do “2º Passeio Respeite o Ciclista.2016”

Já está on-line a reportagem no “O Praticante” do 2º Passeio Respeite o Ciclista.2016” realizado hoje em Setúbal, a mesma pode ser visualizada em: http://www.opraticante.pt/2o-passeio-respeite-ciclista/ ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Reportagem no “Jornal de Ciclismo” do “2º Passeio Respeite o Ciclista.2016”

Já está on-line a reportagem no “Jornal de Ciclismo”, do 2º Passeio Respeite o Ciclista.2016” realizado hoje em Setúbal, a mesma pode ser visualizada em: http://jornalciclismo.com/?p=42729 ou em: http://jornalciclismo.com/ onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “2º Passeio Respeite o Ciclista.2016”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos do 2º Passeio Respeite o Ciclista.2016” realizado este domingo em Setúbal, as mesmas podem ser visualizadas em:

“2º Passeio Respeite o Ciclista”

Uma pedalada de sensibilização na segurança do ciclista

Texto e fotos: José Morais

Quem nunca ouviu falar de Manuel Maria de Barbosa “Bocage”, nasceu a 15 de Setembro de 1765, e faleceu em Lisboa a 21 de Dezembro de 1805, foi um poeta português, e possivelmente, o maior representante do arcadismo lusitano, considerado como um dos nossos melhores poetas portugueses, e depois de Camões o mais popular e celebrado de todos.

Natural de Setúbal, uma terra antiga, ocupada humanamente desde a Pré-História, nomeadamente desde o Neolítico, começando a crescer com a entrada dos Romanos, os quais que se apoderaram de um importante entreposto comercial animado pelos povos do Mediterrâneo, a cidade romana foi um importante núcleo urbano e industrial, ligado à salga de peixe, após as invasões bárbaras e durante a ocupação Árabe, Setúbal entrou num processo de decadência porque os árabes optaram por outros locais mais férteis e resguardados, como Palmela, Alcácer e Azeitão, mas a reconquista de Palmela e a presença da Ordem de Santiago, originou o repovoamento de Setúbal, e apesar de ter foral desde 1249, apenas no século XIV, viu o termo limitado por uma cintura de muralhas, banhada pelo rio Sado, elevada a cidade em 1860, com a inauguração da via-férrea Barreiro-Setúbal em 1861, em 1926 foi elevada a capital de Distrito, atualmente um grande polo industrial do nosso país.

E foi por este distrito, que este primeiro domingo 3 julho, fomos acompanhar as pedaladas do “2º Passeio Respeite o Ciclista”, numa organização da Goper Sports, um evento do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB).

A concentração foi marcada para as 8 horas no Largo José Afonso em Setúbal, para uma extensão aproximadamente de 55 quilómetros, percorridos pelo distrito. Ao local bem cedo começaram a chegar os participantes, que confirmaram as inscrições, e faziam os últimos preparativos às suas máquinas, pelas 9,15 era dada a partida ao pelotão, cerca de uma centena de participantes, de destaque para uma participação feminina bastante grande, compostas por mais de 10% do participantes, o que é sem dúvida de louvar.

O postal ilustrado:

Setúbal possui sem dúvida muita história, ao mesmo tempo está rodeada de belas paisagens, e foram por estes locais que pedalamos, num trajeto de dificuldade baixa, acessível a todos, num dia que o sol aqueceu, propício a um bom banho na praia, mas tocada por uma boa peladas, numa iniciativa que se tentou para a sensibilização dos automobilistas, em relação ao ciclista, onde se pedia respeito pelo mesmo.

Durante o passeio que foi muito animado, e onde o pelotão rolou quase sempre compacto, temos de salientar a animação que os elementos femininos deram ao mesmo, num passeio onde as mesmas se destacaram, e demostraram que Setúbal e arredores tem muitas mulheres a andar de bicicletas, são ciclistas assíduas nos passeios, sejam eles de estrada ou de btt, o que vem sem dúvida valorizar o cicloturismo, e demostrar que afinal não é apenas uma modalidade totalmente masculina, mas também feminina, onde cada vez mais a mulher está inserida dando assim nas vistas.

Quase em final de reportagem, ouvimos Mário Pereira, responsável pela Goper Sports, que fazia um balanço do evento ao dizer: “O passeio correu bem, conseguimos manter o grupo sempre unido e em convívio, conseguiu-se o objetivo que era sensibilizar as pessoas para os ciclistas na estrada, e os ciclistas também para o comportamento que tem de ter, e as pessoas divertirem-se”.

Sobre a participação um pouco menos da edição anterior, mas na participação feminina, aumentou, ao qual Mário Pereira dizia; “Nós temos um grupo feminino na Goper Sports atualmente com cerca de 25 elementos, e tem estado a crescer de mês para mês, o que é muito positivo”.

Sobre a procura da bicicleta confessa que atualmente está a estagnar um pouco, mas a crise assim o origina, porem ao contrário de alguns anos, os praticantes de btt estão a diminuir um pouco, e a estrada a aumentar, as pessoas começaram a achar que e mais pratico a estrada, a bicicleta não necessita de ser tantas vezes limpa, menos manutenção e desgaste de material, conseguindo andar mais em grupo em estrada, mais descontraídos e mais convívio na estrada, do que no btt.

A finalizar Mário Pereira deixava a sua mensagem; “ Aos que estiveram aqui presentes, o meu muito obrigado por terem estado connosco nesta iniciativa, e para futuros participantes, que apareçam, vamos tentar sempre evoluir e fazer mais e melhor”.

E foi sem dúvida um belo passeio, por uma zona que recomendamos dar umas boas pedaladas, num evento que contou ainda com a participação do ciclista Paulo Martins, e que teve o acompanhamento da Brigada de Trânsito da PSP e GNR, que fizeram um excelente trabalho, dando assim segurança a todos que pedalaram.

Da nossa parte pouco mais para dizer, apenas desejar os votos de bons passeios, boas pedaladas.