domingo, 29 de maio de 2016

“Giro/Giacomo Nizzolo desclassificado, Niklas Arndt vence última etapa”

Foto: Luk BENIES / AFP

O ciclista italiano da Trek viu desclassificada a sua vitória na 21ª e última etapa da Volta a Itália.
O alemão Niklas Arndt (Giant), segundo na linha de chegada, foi declarado vencedor desta etapa.
O ciclista italiano Giacomo Nizzolo (Trek) viu este domingo desclassificada a sua vitória na 21ª e última etapa da Volta a Itália, devido a 'sprint' irregular.

O alemão Niklas Arndt (Giant), segundo na linha de chegada, foi declarado vencedor desta etapa, numa edição ganha pelo italiano Vicenzo Nibali (Astana).
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Giro/André Cardoso "orgulhoso" após missão cumprida no Giro”

Foto: MELANIE MAPS / LUSA

O ciclista conseguiu o terceiro melhor resultado de sempre de um português na Volta a Itália em bicicleta.

André Cardoso (Cannondale) manifestou-se orgulhoso com a obtenção do terceiro melhor resultado de sempre de um português na Volta a Itália em bicicleta, prova que hoje concluiu em 14.º lugar e com o sentimento do dever cumprido.
"Fico orgulhoso por ver o meu trabalho reconhecido e também por ter conseguido o terceiro melhor resultado de sempre de um português num Giro... Quem sabe possa melhorar", disse à agência Lusa o trepador de Gondomar, que terminou a prova a 34.12 minutos do vencedor, o italiano Vicenzo Nibali (Astana).
André Cardoso conseguiu o melhor resultado da carreira numa grande volta, em três presenças no Giro e quatro na Volta a Espanha, e o terceiro melhor de um português em Itália, depois do quinto posto de José Azevedo em 2001 e do sétimo de Acácio da Silva em 1986.
Único luso em prova, André Cardoso, de 31 anos, iniciou a corrida com o objetivo "ser uma peça fundamental para o líder", o colombiano Rigoberto Uran, que acabou em sétimo. "Ao longo da época fui trabalhando com isso em mente, infelizmente teve alguns azares que o impediram lutar pelo pódio final, mas termina num 'top-10', que é sempre honroso", acrescentou.
Contabilizando os resultados dos portugueses no Tour, no Giro e na Vuelta, é mesmo o melhor desfecho de ciclistas lusos desde o quinto lugar de José Azevedo na Volta a França em 2004.
"O meu resultado foi aparecendo por estar sempre com o Rigoberto até ao último momento. Nesta última semana já estava perto do 'top-15' e, nunca pondo em causa o meu papel na equipa, fui sempre elevando a fasquia a nível pessoal e acreditando que era possível", descreveu André Cardoso, cujo melhor resultado nas 'três grandes' era um 16.º lugar na Vuelta em 2013.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Giro/Consagração de Vincenzo Nibali e melhor resultado para André Cardoso”

Foto: Luk BENIES / AFP

A última etapa do Giro acabou por ser decidida 'na secretaria, Vincenzo Nibali repetiu o triunfo de 2013 e regressa à primeira linha do ciclismo mundial.

A última etapa do Giro, de consagração do italiano Vincenzo Nibali, acabou por ser decidida 'na secretaria', com a desclassificação do também transalpino Giacomo Nizzolo em benefício do alemão Niklas Arndt, por 'sprint' irregular.
O único português em prova, André Cardoso (Cannondale), entrou no meio do pelotão, em 104.º, confirmando assim o 14.º lugar final, melhor resultado da carreira numa grande volta e terceiro melhor português em Itália, depois do quinto posto de José Azevedo em 2001 e do sétimo de Acácio da Silva em 1986.

Contabilizando os resultados dos portugueses no Tour, Giro e Vuelta, é mesmo o melhor resultado de ciclistas lusos desde o quinto lugar de José Azevedo na Volta a França em 2004.

Com os tempos finais a serem tirados à entrada da última volta do circuito urbano de Turim, os quilómetros finais foram de absoluta consagração para o chefe de fila da Astana, que chegou a ter a Volta a Itália em bicicleta ‘perdida’ logo na primeira semana, para depois 'ressuscitar' e virar a classificação a seu favor nos Alpes, na sexta-feira e no sábado.

Nibali, também vencedor do Tour há dois anos, repete assim o triunfo de 2013 e regressa à primeira linha do ciclismo mundial, depois de um ano de 2015 aziago, já que perdeu para o britânico Chris Froome em França e foi desclassificado em Espanha.

Os grandes derrotados da competição de três semanas que agora terminou acabaram por ser o segundo, o terceiro e o quarto da geral final - respetivamente o colombiano Esteban Chaves (Orica-GreenEdge), o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) e o holandês Steven Kruijswijk (LottoNL-Jumbo).

Um desfecho inesperado, já que ainda há uma semana, após a cronoescalada que antecedeu o último dia de repouso, Kruijswijk comandava com quase dois minutos de vantagem.

No pódio final, Nibali supera Chaves por 52 segundos, Valverde por 1.17 minutos e Kruijswijk por 1.50. O luxemburguês Bob Junglers (Etixx-QuickStep), sexto da geral, foi o melhor jovem, o espanhol Mikel Nieve (Sky) o 'rei da montanha', a Astana ganhou coletivamente e Nizzolo venceu por pontos.

Para Nizzolo, a saída do Giro foi no entanto pela 'porta pequena', já que cerca de meia hora depois de cortar em primeiro em Turim foi desclassificado pelos comissários da prova, que consideraram que houve 'sprint' irregular e que se atravessou à frente do seu compatriota Sacha Modolo (Lampre-Merida). Quem mais lucrou foi Niklas Arndt, declarado vencedor.

Na classificação geral, acabou por não haver alterações de relevo, já que o pelotão, com uma desistência apenas, foi cronometrado à entrada para a última volta do circuito de Turim, uma precaução ditada pelas condições climatéricas.

Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Giro/Giacomo Nizzolo vence última etapa do Giro”

Foto: EPA/DANIEL DAL ZENNARO

Nibali assegurou a conquista da sua segunda Volta a Itália mesmo antes do termo da etapa.
O ciclista italiano Giacomo Nizzolo (Trek) venceu hoje ao 'sprint' a 21.ª e última etapa da Volta a Itália, numa tirada em que Vicenzo Niboli (Astana) confirmou a sua vitória na 99.ª edição do 'Giro'.
Nizzolo acabou por ser o mais forte no 'sprint' final da tirada, reduzido apenas aos especialistas em 'sprint', uma vez que a organização tinha decidido tirar os tempos na primeira passagem pela meta, instalada num circuito em Milão, devido à instabilidade das condições meteorológicas.
Com esta decisão, Nibali assegurou a conquista da sua segunda Volta a Itália mesmo antes do termo da etapa.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa  

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Taça das Nações de Juniores”

João Almeida oitavo na última etapa e 13.º na geral

O português João Almeida terminou hoje na 13.ª posição da geral o Tour do Pays de Vaud, prova da Taça das Nações de Juniores, que se disputou na Suíça com triunfo de um corredor da casa, Marc Hirschi.

Os últimos 105,7 quilómetros da competição, percorridos entre Penthalaz e Vufflens-la-Ville, não fugiram ao figurino da restante prova, com um traçado exigente, em sobe e desce permanente. O francês Tanguy Turgis foi o melhor, seguido, a 6 segundos, pelo russo Konstantin Nekrasov e pelo holandês Jamo Mobach.

João Almeida esteve com os melhores na derradeira etapa, sendo o oitavo a passar a meta, a 11 segundos do vencedor. Daniel Viegas foi 25.º, a 15 segundos, Fábio Silva foi 34.º, a 28 segundos.

O suíço Marc Hirschi venceu a competição com uma vantagem confortável, 41 segundos, relativamente ao cazaquistanês Dinmukhammed Ulsybayev. O terceiro foi o austríaco Felix Gall, a 1m08s. João Almeida acabou na 13.ª posição, a 3m51s do vencedor. Daniel Viegas foi o 74.º classificado, a 17m29s, e Fábio Silva encerrou a representação lusa, no 86.º posto, a 28m32s.

“Coletivamente ficámos aquém do que pretendíamos. A maior parte da nossa equipa não conseguiu adaptar-se ao ritmo e à qualidade de uma prova da Taça das Nações. Individualmente, o João Almeida esteve bem, tanto a subir como no contrarrelógio. O 13.º lugar final acaba por ser positivo e melhor uma posição o nosso resultado de há um ano”, recorda o selecionador nacional, José Poeira.  

Fonte: FPC

“EFAPEL vence Grande Prémio do Dão”

Nova vitória com Jóni Brandão a conquistar a camisola amarela

Foto: João Fonseca - UVP/FPC

Mais um fim-de-semana de luxo para a equipa de ciclismo EFAPEL que venceu o 2º Grande Prémio do Dão. A equipa liderada por Américo Silva esteve em grande plano e, com a vitória numa etapa e uma exibição de consistência e excelente trabalho de equipa do primeiro ao último quilómetro, acabou por ficar com a camisola amarela que Jóni Brandão envergou no pódio final.

Uma demonstração cabal do que é trabalho de equipa e o remate final, nos momentos chave, por parte de Jóni Brandão foram os condimentos essenciais para a EFAPEL assegurar nova vitória, a segunda consecutiva da temporada em provas por etapas.

Depois de um trabalho magistral de todos os corredores da equipa que permitiram a Jóni Brandão ser segundo no primeiro dia do GP do Dão, hoje havia dois desafios pela frente. O primeiro era uma etapa com 66 quilómetros em que a partida e a chegada eram em Nelas. Jóni Brandão destacou-se e cruzou a meta isolado com uma vantagem de 21 segundos sobre Raul Alarcon e partiu para o contra-relógio final a 25 segundos da liderança.

“Tenho de agradecer à minha equipa, que endureceu a corrida para eu poder fazer a diferença. Foi uma etapa curta, mas dura. Vou dar o máximo no contrarrelógio para conseguir recuperar o tempo que me afasta da camisola amarela. Só irei atirar a toalha ao chão no final da prova e se não conseguir o objetivo”, afirmou o corredor da EFAPEL

No último esforço, Jóni Brandão fez o quarto tempo a 27 segundos do mais rápido mas, mais importante, ganhou tempo suficiente para acabar a competição com a amarela segura por seis segundos.

“De manhã, sabíamos como era a parte final e trabalhámos para que o Jóni pudesse encurtar a diferença para o líder. Conseguiu fazê-lo em cerca de metade do tempo. À tarde, fez um contra-relógio de um nível muito bom, o que revela o trabalho que tem feito neste particular, mas também a motivação pela dedicação de todos os elementos da equipa a seu favor. Foi um excelente resultado”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

A equipa descansa dois dias e na próxima quarta-feira, dia um de Junho, regressa à estrada para a 26ª edição do Grande Prémio Jornal de Notícias. Esta competição realiza-se até domingo, dia 5 de junho.

Classificação geral individual do 2º Grande Prémio do Dão

    Jóni Brandão            EFAPEL            6h10m29s

    Raul Alarcon            W52/FC Porto            a 6s

    Rafael Reis            W52/FC Porto            a 31s


11º    Daniel Mestre            EFAPEL            a 2m25s

40º    Henrique Casimiro        EFAPEL            a 13m21s

42º    Rafael Silva            EFAPEL            a 13m35s

45º    Nuno Almeida        EFAPEL            a 15m51s

75º    Hélder Ferreira        EFAPEL            a 39m37

76º    António Barbio        EFAPEL            a 40m38s

Fonte: FPC

 

“Taça Cyclin’Portugal de XCM”

Rúben Almeida e Celina Carpinteiro mais fortes no Sudoeste

Rúben Almeida (BTT Seia) e Celina Carpinteiro (BTT Loulé/BPI) venceram, neste domingo, a Maratona do Sudoeste, terceira prova da Taça Cyclin’Portugal de Maratonas BTT (XCM), disputada em Odemira.

Rúben Almeida mostrou atravessar um excelente momento de forma, ganhando, em solitário, os 102,9 quilómetros da maratona de elite masculina. O segundo classificado, a 1m07s, foi David Vaz (Gnauk/King Gates/Blisq Creative). O terceiro foi Renato Ferreira (Vasconha BTT Vouzela), a 3m41s.

A segunda posição na etapa, permitiu a David Vaz assumir o comando na geral de elite da Taça Cyclin’Portugal. Soma 660 pontos, mais 50 do que Renato Ferreira.

No setor feminino a superioridade de Celina Carpinteiro também foi notória, deixando os outros lugares do pódio para Tânia Neves (BTT Águeda/BlackJack), a 2m05s, e para Mónica Santos (Mozinho MTB/Martos/Vale d’Aldeia), a 4m47s. Celina Carpinteiro é cada vez mais primeira na na geral da Taça, com 750 pontos, mais 110 do que Tânia Neves.

José Lourenço (SPAC/Limabike/Everynutrition) venceu em masters 30, Carlos Gomes (Viveiros Vítor Lourenço/Sintra CC) triunfou em masters 35, Raquel Marques (ASC/Focus Tean/Vila do Conde) impôs-se em masters 30 femininas, Carlos Santos (Vasconha BTT Vouzela) dominou em masters 40, João Gomes (Marrazes/Gui/Breijinho/Bike Zone Leiria) festejou em masters 45, Elisete Sousa (BTT Loulé/BPI) foi a melhor master 40 feminina, João Marques ((BTT Seia) ganhou em masters 50 e António Apolo destacou-se em masters 55.

Ricardo Gomes (Saertex Portugal/Edaetech) foi o melhor paraciclista com deficiência auditiva.

O BTT Seia ganhou a classificação absoluta por equipas, enquanto o BTT Loulé/BPI foi a melhor formação contabilizando os resultados dos masters.

Fonte: FPC

“Grande Prémio do Dão”

Joni Brandão e Rafael Reis heróis em Viseu

Os corredores portugueses estiveram em destaque na etapa decisiva do Grande Prémio do Dão, um contrarrelógio de 10,1 quilómetros, disputado, na tarde deste domingo, em Viseu. Rafael Reis (W52-FC Porto) venceu o “crono” Joni Brandão (Efapel) conquistou a classificação geral individual.

A decisão da corrida chegou ao exercício individual vespertino presa por 25 segundos, a vantagem que o espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto) conseguiu manter sobre Joni Brandão, depois da vitória deste, em Nelas, na etapa matinal.

O corredor português foi mais eficaz no contrarrelógio de Viseu, que terminou na quarta posição, com um registo de 13m06s. Raul Alarcón não foi além da 16.ª posição na etapa, com 13m37s.

Consumada a reviravolta classificativa, Joni Brandão fechou o Grande Prémio do Dão com uma vantagem de 6 segundos sobre Raul Alarcón. Rafael Reis subiu ao terceiro lugar, a 31 segundos de Brandão, graças ao tempo canhão no contrarrelógio desta tarde. O ciclista de Palmela concluiu os 10,1 quilómetros do exercício individual viseense em impressionantes 12m39s, menos 20 segundos do que o adversário mais direto, Hugo Sabido (Sporting-Tavira).

“Viemos para este prémio com intenção de ganhar etapas. Confesso que as sensações foram melhores do que as esperadas e pude lutar pela geral, apesar de a existência de um contrarrelógio ser uma dificuldade acrescida. Sabia que o Rafael Reis é um grande contrarrelogista, mas já cheguei ao contrarrelógio com uma boa vantagem sobre ele”, afirmou Joni Brandão, acrescentando estar já a pensar nas próximas corridas. “Não me foco apenas na Volta a Portugal, foco-me noutras competições ao longo da época”, sublinhou.

Rafael Reis, que não discutiu o prólogo da Volta a Portugal de 2015, em Viseu, devido a um problema mecânico, conseguiu sacudir a malapata na cidade Viriato. “Tive um problema nos dentes e ainda estou a tomar antibióticos. Por isso, as sensações nunca foram as melhores nesta competição. A exceção aconteceu no contrarrelógio, no qual já me senti melhor. Tenho vindo a trabalhar esta disciplina e com a idade a consistência vai aumentando”, disse Rafael Reis.

Raul Alarcón perdeu a camisola amarela, mas segurou a verde, dos pontos. A W52-FC Porto deixou fugir a vitória individual, mas conquistou o triunfo por equipas. Pablo Guerrero (Rádio Popular-Boavista) venceu a classificação da montanha e Ivo Oliveira (Liberty Seguros/Carglass) foi coroado melhor jovem e melhor elemento das equipas de clube.

Classificações

2.ª Etapa: Nelas - Nelas, 66 km

1.º Joni Brandão (Efapel), 1h40m06s (Média: 39,560 km/h)

2.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), a 21s

3.º César Fonte (Rádio Popular-Boavista), mt

4.º Rafael Reis (W52-FC Porto), a 36s

3.ª Etapa: Viseu – Viseu, 10,1 km (C/R Individual)

1.º Rafael Reis (W52-FC Porto), 12m39s (Média: 47,905 km/h)

2.º Hugo Sabido (Sporting-Tavira), a 20s

3.º José de Segóvia (Louletano-Hospital de Loulé), a 26s

4.º Joni Brandão (Efapel), a 27s

5.º Óscar González (Sporting-Tavira), a 28s

Geral Individual

1.º Joni Brandão (Efapel), 6h10m29s

2.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), a 6s

3.º Rafael Reis (W52-FC Porto), a 31s

4.º César Fonte (Rádio Popular-Boavista), a 1m17s

5.º Hugo Sabido (Sporting-Tavira), a 1m53s

6.º José de Segóvia (Louletano-Hospital de Loulé), a 2m00s

7.º Ivo Oliveira (Liberty Seguros/Carglass), a 2m04s

8.º Alejandro Marque (LA Alumínios-Antarte), a 2m08s

9.º Jacobo Ucha (Rádio Popular-Boavista), a 2m21s

10.º Victor Valinho (Goldwin/Team José Maria Nicolau), a 2m22s

Fonte: FPC

“Reportagem no “O Praticante” do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais”

Já está on-line a reportagem no “O Praticante” do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais” realizado no hoje em Marinhais, o mesmo pode ser visualizado em: http://www.opraticante.pt/11o-passeio-os-cansados-marinhais/  ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Reportagem no “Jornal de Ciclismo” do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais”

Já está on-line a reportagem no “Jornal de Ciclismo”, do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais” realizado hoje em Marinhais, a mesma pode ser visualizada em: http://jornalciclismo.com/?p=42443 ou em: http://jornalciclismo.com/ onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos do “11º Passeio Os Cansados de Marinhais” realizado hoje em Marinhais, as mesmas podem ser visualizadas em:

11º Passeio “Os Cansados de Marinhais”


Onze anos a pedalar em prol do cicloturismo

Texto e Fotos: José Morais    
Marinhais recebeu este domingo 29, último do mês de maio, o seu 11º passeio de cicloturismo, numa organização do Grupo “Os Cansados de Marinhais”, um evento que fazia parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com um trajeto de 74 quilómetros mais 300 metros, o qual contou com cerca de 280 participantes.
Num domingo que acordou com o céu com algumas nuvens, as condições climatéricas a manterem-se estáveis, com ausência da chuva proporcionou aos participantes uma excelente manhã de fortes e boas pedaladas.

As pedaladas tiveram concentração no recinto das Festas de Marinhais pelas 8 horas, uma hora depois tudo estava apostos para dar início às pedaladas, com os participantes a rolarem, a primeira paragem ocorreu pouco quilómetros depois junto ao cemitério local, aqui existiu uma pequena paragem para homenagear alguns antigos elementos falecidos do Cansados de Marinhais, sendo a cerimónia presidida pelo Padre João Maria.
Regressando á estrada, os participantes seguiram rumo a Foros de Salvaterra, Salvaterra de Magos, Nacional 118, Marinhais, aqui foi feita uma paragem para um abastecimento líquido e sólido. Depois foi a segunda parte do evento, seguindo em direção a Glória, Granho, Muge, Nacional 118, e Marinhais, onde no local da partida terminaram as pedaladas, depois de terem sido percorridos alguns locais mais típicos.

O postal do evento:

Não sendo um Grupo muito antigo na modalidade, Os Cansados de Marinhais tem vindo nos últimos anos a terem passeios sem dúvida muito positivos, com um número satisfatório de participantes, os quais oriundos de diversos locais, como por exemplo, Coimbra, Leiria Pombal ou Crato, equipas que marcaram presença, e saíram bastante satisfeitas, mas não só estes, como todos, assim o ficaram.
Um passeio com alguns quilómetros, mas percorridos num local propício a rolar, já que a zona é muito plana, com uma velocidade a ser controlada pela equipa da casa, mantendo assim a velocidade do verdadeiro cicloturismo.
E depois das pedaladas, e de um belo banho, foi tempo de ir ao convívio final, um grande almoço de confraternização, onde todos puderam tarde dentro, recordar os bons momentos das belas pedaladas dadas, não faltou ainda a entrega das tradicionais lembranças a todos, e existiu ainda tempo de homenagear algumas pessoas, como a entrega de flores a todas as mulheres que pedalaram.
No final, João Robim, responsável pelo evento fazia um balanço do mesmo ao dizer; “Foi um balanço espetacular que ultrapassou as nossas expetativas, tivemos mais equipas, mas cicloturistas, foi dos anos mais positivos, a nossa coletividade está de parabéns porque temos trabalhado para esse fim, e deixo uma mensagem, que todos mantenham o mesmo espirito, a mesma atitude, a mesma personalidade, e que não deixem cair o que conseguiram conquistar ao longo destes anos, assim dou os parabéns a todos, e peço, não deixem cair o cicloturismo, trabalhem, e preservem o que conseguimos conquistar já alguns anos”.

E estas as palavras de João Robim, responsável, e também cicloturista, ele que pedalou sempre na cabeça do longo pelotão, orientando, e no final, também ele a orientar o final do evento, o qual temos de dar os parabéns a todos os participantes, á organização que mais um ano se esmerou por dar o seu melhor, a GNR, pelo excelente trabalho feito, e os Motares de Marinhais que também ajudaram na segurança, proporcionando assim a todos ainda melhores pedaladas.
E neste, que é já é um dos eventos preferidos de muitos, apenas temos a desejar que continuem assim, fazendo votos de estarmos novamente presentes em 2017, até lá vamos andando por ai, desejando bons passeios, boas pedaladas.
Parceria: Notícias do Pedal/FPCUB*
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