sábado, 21 de maio de 2016

“José Mendes continua a ser sexto na Volta à Noruega”

Foto: EPA/NICOLAS BOUVY

O ciclista português cumpriu a quarta etapa no grupo dos favoritos.
O ciclista português José Mendes (Bora-Argon 18) manteve-se este sábado no sexto lugar da geral da Volta à Noruega, ao cumprir a quarta etapa no grupo dos favoritos.

Edvald Boasson Hagen (Dimension Data), o mais conceituado dos ciclistas noruegueses, impôs-se ao ‘sprint’ no final dos 174 quilómetros entre Fla e Eggemoen, com José Mendes a ser o último dos ciclistas com as mesmas 4:16.17 horas do vencedor, na 12.ª posição.

O português da Bora-Argon 18 manteve assim a sexta posição na geral, a 59 segundos do líder da prova norueguesa, o holandês Pieter Weening (Roompot-Oranje Peloton).

A Volta à Noruega termina no domingo, com a quinta etapa a decorrer entre Drobak e Sarpsborg, na distância de 163 quilómetros.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Kruijswijk assume liderança na vitória de Chaves”

Foto: PixaBay

No domingo, o pelotão da corrida italiana vai disputar a 15.ª etapa, uma crono-escalada de 10,8 quilómetros, entre Castelrotto e Alpe di Siusi.
O holandês Steven Kruijswijk (LottoNL-Jumbo) assumiu hoje a liderança da Volta a Itália em bicicleta, ao terminar a 14.ª etapa na segunda posição, com o mesmo registo do vencedor, o colombiano Esteban Chaves (Orica-GreenEdge).
Chaves, Kruijswijk e o austríaco Georg Preidler (Giant-Alpecin) concluiram os 210 quilómetros, entre Alpago e Corvara, em 6:06.16 horas, deixando o colombiano Darwin Atapuma (BMC) na quarta posição, a seis segundos, e o italiano Vincenzo Nibali (Astana) na quinta, a 37 segundos.
Na classificação geral, Kruijswijk veste a camisola rosa, com uma diferença de 41 segundos para Nibali, segundo, e de 1.32 minutos para Chaves, terceiro.
No domingo, o pelotão da corrida italiana vai disputar a 15.ª etapa, uma crono-escalada de 10,8 quilómetros, entre Castelrotto e Alpe di Siusi.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa  

“Ruben Guerreiro perde dois lugares na geral da Volta à Califórnia”

Foto: KENZO TRIBOUILLARD / AFP

Tiago Machado (Katusha) gastou mais 1.31 minutos do que o vencedor e subiu ao 34.º lugar da geral.
O português Ruben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman) ‘caiu’ dois lugares na classificação geral da Volta à Califórnia em bicicleta e ocupa o 15.º lugar, após o contrarrelógio individual da sexta etapa da corrida liderada pelo francês Julian Alaphilippe (Etixx-Quick-Step).
O australiano Rohan Dennis (BMC) foi o mais rápido a concluir os 20,3 quilómetros do exercício em solitário, em 24.16 minutos, deixando os norte-americanos Andrew Talansky (Cannondale) e Taylor Phinney (BMC), no segundo e terceiro lugares, respetivamente, a 17 e 20 segundos.
Tiago Machado (Katusha) gastou mais 1.31 minutos do que o vencedor e subiu ao 34.º lugar da geral, a 11.44 de Alaphilippe, enquanto Guerreiro não foi além do 49.º posto na tirada, quedando-se a 2.28 do líder da corrida, que foi oitavo, a 45 segundos de Dennis.
O camisola amarela vai partir para os 175,5 quilómetros da sétima e penúltima etapa da corrida californiana, que vai ter inicio e fim em Santa Rosa, com 16 segundos de vantagem sobre Dennis, segundo classificado, e 38 sobre o norte-americano Brent Bookwalter (BMC), terceiro.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Giro/Mau dia da Movistar foi dia de felicidade de Kruijswijk e Chaves”


 
Foto: ALESSANDRO DI MEO / EPA

Steven Kruijswijk beneficiou do colapso do camisola rosa para subir ao primeiro lugar na geral da Volta a Itália.

A Movistar e Andrey Amador 'afundaram-se' este sábado nos Dolomitas, com o ciclista holandês Steven Kruijswijk (Lotto NL-Jumbo) a beneficiar do colapso do camisola rosa para subir ao primeiro lugar na geral da Volta a Itália.
A etapa 'rainha' prometia muito, com os seus 210 quilómetros entre Alpago e Corvara, no coração dos Dolomitas, e as suas seis contagens de montanha (Pordoi, Sella, Gardena, Campolongo, Giau, Valparola) e não defraudou: um ataque de Vincenzo Nibali 'estilhaçou' o grupo de favoritos, condenando os líderes da Movistar, Alejandro Valverde e, sobretudo, Amador, e lançou Estevan Chaves (Orica-GreenEdge) para o triunfo na 14.ª tirada e Kruijswijk para a liderança na geral.
A história da etapa conta-se em três momentos, sendo o primeiro da responsabilidade da Astana, que assumiu o comando no Passo Giau, a penúltima das contagens do dia, para anular definitivamente uma fuga de 37 corredores, e reduziu ao mínimo o grupo de favoritos, no qual já não estava o costa-riquenho da Movistar, que ficou cortado a 43 quilómetros da meta.
No entanto, o camisola rosa ainda conseguiu recolar, antes de ser condenado por um ataque de classe de Vincenzo Nibali, a 27 quilómetros da meta, na ascensão da Valparola. O italiano, vencedor do Giro2013, 'dinamitou' o entendimento entre os candidatos, saltou no encalço dos ‘sobreviventes’ da fuga da jornada e levou na roda apenas Kruijswijk e Chaves.
Sem pernas para responder ao esticão do ‘Tubarão do Estreito’, Valverde e Amador cederam de imediato, com o colombiano Rigoberto Urán (Cannondale), o polaco Rafal Majka (Tinkoff) e o russo Ilnur Zakarin (Katusha) a seguirem ao seu ritmo para se juntarem ao trio pouco depois.
Feita a junção dos seis nomes grandes do pelotão, Kruijswijk acelerou e só Chaves o acompanhou na perseguição a Darwin Atapuma (BMC), que seguia isolado na frente e só foi alcançado a 1.800 metros da meta.

Na luta pela etapa, levou a melhor o colombiano da Orica-GreenEdge, primeiro a cortar a meta com o tempo de 6:06.16 horas, seguindo-se-lhe o holandês da Lotto NL-Jumbo e o austríaco Georg Preidler (Giant-Alpecin), que engatou no duo vindo da fuga, com o colombiano da BMC a ser quarto, a seis segundos.
“Ganhar a etapa 'rainha' do Giro é verdadeiramente especial. Isto não é só para mim, é para toda a equipa”, disse o ciclista, que, aos 26 anos, confirma o potencial do vencedor da Volta a França do Futuro em 2011.
Depois de passar quatro dias em coma, no início da época de 2013, na sequência de uma queda grave numa prova em Itália, Chaves, que ainda hoje não consegue levantar totalmente o braço, viveu na etapa 'rainha' do Giro um dos momentos mais bonitos da sua carreira (os outros serão as duas etapas conquistadas na Vuelta2015 e o quinto lugar na geral), tal como Kruijswijk.
“Vim para esta prova com grandes ambições na classificação geral, mas vestir a camisola rosa é algo extra. Não consigo acreditar, mas estou muito feliz”, assumiu.
O holandês de 28 anos vestiu-se de rosa, tendo a 41 segundos o líder italiano da Astana, que acabou por ser apenas quinto na meta, a 37 segundos do vencedor. Chaves é terceiro, a 01.32 minutos, com Valverde a ocupar a quarta posição, a 03.06. Amador desceu a quinto, estando a 03.15 minutos do novo líder, tendo Majka, Zakarin e Urán imediatamente atrás de si.
Já André Cardoso (Cannondale) chegou àquele que é o seu lugar habitual na geral das grandes Voltas, o 20.º, estando a 23.44 minutos de Kruijswijk, depois de ser 22.º na etapa, a 06.21 do trio da frente.
No domingo, os 167 resistentes vão enfrentar uma crono-escalada de 10,8 quilómetros entre Castelrotto e Alpe di Siusi.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Ronde de l’Isard”

Luís Gomes décimo na terceira etapa

Luís Gomes foi hoje o décimo classificado na terceira etapa da Ronde de l’Isard, uma tirada de 160 quilómetros, entre Trie-sur-Baïse e Boulogne-sur-Gesse, ganha por Elie Gesbert (França). Nuno Bico mantém o estatuto de melhor luso na geral.

A única etapa sem contagens de montanha da prova internacional de sub-23 que decorre na região pirenaica francesa foi animada por uma longa fuga, que se formou nos quilómetros iniciais. Luís Gomes conseguiu integrar a escapada, o que lhe valeu o lugar no top 10 da etapa.

Elie Gesbert destacou-se dos companheiros de aventura e triunfou em solitário, com 1m09s de vantagem sobre Gabriel Cullaigh (Grã-Bretanha) e com 1m14ss relativamente a Camille Guérin (França). Luís Gomes, que descolou na fase final, acabou por ser o último dos fugitivos, embora tenha resistido à aproximação dos corredores que saíram do pelotão nos últimos quilómetros. Gastou mais 3m15s do que o vencedor.

O pelotão cortou a meta 3m37s depois do herói do dia, encabeçado pelo português Ivo Oliveira, 13.º classificado. No grupo principal chegou o belga Bjorg Lambrecht (Lotto Soudal Sub-23), que, assim, segurou a liderança. Nuno Bico também integrou este grupo, continuando como melhor elemento da Seleção Nacional/Liberty Seguros na geral.

Bjorg Lambrecht continua de amarelo, dispondo de 8 segundos de vantagem sobre Mattthias Le Turnier (Océane Top16) e 17 segundos sobre Léo Vincent (França). Nuno Bico é 19.º, a 3m45s.

A Ronde de l’Isard termina neste domingo, dia em que se disputa a quarta etapa, que será novamente marcada por dificuldades montanhosas. Os 157,8 quilómetros, desde Eaunes até Saint-Girons, apresentam caraterísticas de sobe e desce. Uma contagem de montanha de primeira categoria, a 31 quilómetros da meta, deverá ser suficiente para desmantelar o pelotão.

Classificação

3.ª Etapa: Trie-sur-Baïse – Boulogne-sur-Gesse, 160 km

1.º Elie Gesbert (França), 4h05m08s (Média: 39,162 km/h)

2.º Gabriel Cullaigh (Grã-Bretanha), 1m09s

3.º Camille Guérin (França), a 1m14s

4.º Hugo Pigeon (Chambéry Cyclisme Formation), 1m22s

5.º Marlon Gaillard (Vendée U), mt

10.º Luís Gomes (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m15s

13.º Ivo Oliveira (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m37s

23.º Nuno Bico (Seleção Nacional/Liberty Seguros), mt

54.º Gonçalo Carvalho (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 5m26s

84.º João Rodrigues (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 17m42s

Geral Individual

1.º Bjorg Lambrecht (Lotto Soudal Sub-23), 11h53m15s

2.º Mathias Le Turnier (Océane Top16), a 8s

3.º Léo Vincent (França), a 17s

4.º Steff Cras (Lotto Soudal Sub-23), a 19s

5.º James Knox (Team Wiggins), a 22s

19.º Nuno Bico (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m45s

34.º Luís Gomes (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 8m47s

36.º Gonçalo Carvalho (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 10m04s

67.º Ivo Oliveira (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 24m35s

69.º João Rodrigues (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 26m10s

Fonte: FPC

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Paraciclismo”

Luís Costa é sétimo em Ostend e lidera Taça do Mundo

O português Luís Costa foi hoje o sétimo classificado na corrida de fundo de classe H5 da etapa da Taça do Mundo de Paraciclismo disputada em Ostend, Bélgica, com vitória do italiano Alessandro Zanardi. Luís Costa é o único corredor que participou nas duas etapas da Taça do Mundo já realizadas, o que lhe garante a pontuação necessária para liderar o ranking.
O paraciclista luso partiu com o objetivo de alcançar um posto na primeira metade da tabela, o que não conseguiu, com a sétima posição em 11 participantes. Luís Costa gastou mais 5m08s do que o antigo piloto de Fórmula 1 Alessandro Zanardi, que bateu ao sprint os holandeses Jetze Plat, segundo, e Tim de Vries, terceiro.

“O resultado não foi tão bom quanto desejávamos, mas ficou perto. O pelotão partiu-se em dois e o Luís ficou no segundo grupo. Estou convencido de que, no futuro, com mais experiência, poderemos conseguir resultados ainda superiores”, afirma o selecionador nacional de paraciclismo, José Marques.

A participação da Seleção Nacional/Liberty Seguros termina neste domingo a participação na etapa belga da Taça do Mundo de Paraciclismo, através de Telmo Pinão, que vai competir na classe C2.

 Fonte: FPC