quinta-feira, 19 de maio de 2016

“Volta à Califórnia: Rúben Guerreiro sobe ao 13.º lugar”

Por: Lusa

Foto: D.R.

O ciclista português Rúben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman) terminou esta quinta-feira em 15.º a quarta etapa da Volta à Califórnia, entre Morro Bay e Monterey County, na distância de 217 quilómetros, e ascendeu do 14.º ao 13.º lugar da classificação geral.
Rúben Guerreiro, jovem ciclista de 21 anos, terminou a tirada a três segundos do 'sprinter' eslovaco Peter Sagan (Tinkoff), vencedor da prova no ano passado, que gastou 5:16.33 horas para cumprir o percurso, à média de 41,131 quilómetros por hora.
O francês Julian Alaphilippe (Etixx-Quick Step), que terminou a etapa com o mesmo tempo de Peter Sagan, manteve a liderança, com 22 segundos de vantagem sobre o norte-americano Peter Stetina (Trek-Segafredo) e 37 segundos sobre o neozelandês George Bennet (Teal LottoNL-Jumbo).
O outro ciclista português em prova, Tiago Machado, da Katusha, terminou a tirada no 38.º lugar, a um minuto e seis segundos de Peter Sagan, e subiu do 42.º para o 36.º posto da geral, agora a 10 minutos e três segundos do líder Julian Alaphilippe.
A quinta etapa da Volta à Califórnia realiza-se na sexta-feira Lodi e South Lake Tahoe, na distância de 212 quilómetros.

Fonte: Record on-line

“Rúben Guerreiro termina etapa em 15.º e já é 13.º na Volta à Califórnia”

Foto: LUÍS FORRA / LUSA

A quinta etapa da Volta à Califórnia realiza-se na sexta-feira Lodi e South Lake Tahoe, na distância de 212 quilómetros.
O ciclista português Rúben Guerreiro (Axeon-Hagens Berman) terminou hoje em 15.º a quarta etapa da Volta à Califórnia, entre Morro Bay e Monterey County, na distância de 217 quilómetros, e ascendeu do 14.º ao 13.º lugar da classificação geral.
Rúben Guerreiro, jovem ciclista de 21 anos, terminou a tirada a três segundos do ‘sprinter’ eslovaco Peter Sagan (Tinkoff), vencedor da prova no ano passado, que gastou 5:16.33 horas para cumprir o percurso, à média de 41,131 quilómetros por hora.
O francês Julian Alaphilippe (Etixx – Quick Step), que terminou a etapa com o mesmo tempo de Peter Sagan, manteve a liderança, com 22 segundos de vantagem sobre o norte-americano Peter Stetina (Trek – Segafredo) e 37 segundos sobre o neozelandês George Bennet (Teal LottoNL - Jumbo).
O outro ciclista português em prova, Tiago Machado, da Katusha, terminou a tirada no 38.º lugar, a um minuto e seis segundos de Peter Sagan, e subiu do 42.º para o 36.º posto da geral, agora a 10 minutos e três segundos do líder Julian Alaphilippe.
A quinta etapa da Volta à Califórnia realiza-se na sexta-feira Lodi e South Lake Tahoe, na distância de 212 quilómetros.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“André Greipel anuncia abandono do Giro”

Foto: Lusa

O ciclista alemão sai em alta, depois de vencer a sua terceira tirada na prova transalpina, Andre Greipel venceu três etapas na edição de 2016.
André Greipel (Lotto Soudal) triunfou pela terceira vez em 12 etapas na 99.ª Volta a Itália em bicicleta, subiu ao pódio como líder dos pontos e anunciou que, esta noite, vai fazer as malas e rumar a casa.
Vencedor das duas últimas chegadas ao ‘sprint’ (5.ª e 7.ª etapas), o alemão voltou hoje a mostrar que a experiência também conta, contrariando a potência do novato Caleb Ewan (Orica-GreenEdge) para conquistar a sua terceira vitória nesta edição, a sexta na carreira, antes de se despedir em definitivo do Giro. “Vou deixar o Giro esta noite. Não estou satisfeito com isso, mas sou humano e a minha temporada tem muitos objetivos. Tenho de recuperar disto, porque física e mentalmente foram 12 dias muito duros”, disse assim que desceu do pódio, de camisola vermelha vestida.
Cumprida a missão a que se propôs, o ‘Gorila’ abandona a ‘corsa’ rosa em alta, depois de ter dado a Ewan, de apenas 21 anos, uma lição de como bem ‘sprintar’: lançado pelos seus colegas da Lotto Soudal, incansáveis durante a etapa de hoje na perseguição aos fugitivos Daniel Oss (BMC) e Mirco Maestri (Bardiani-CSF) e em todo o Giro, o alemão desenhou a sua trajetória, aproximando-se das barreiras e deixando o ciclista da Orica-GreenEdge sem espaço para o passar.
Sem Greipel e Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), que abandonou a prova também para preparar a Volta a França, Ewan pode ter agora uma oportunidade de brilhar, tal como os italianos Giacomo Nizzolo (Trek-Segafredo) e Sacha Modolo (Lampre-Merida), que hoje foram, respetivamente terceiro e quarto, com as mesmas 04:16.00 horas do vencedor.
Os piores prognósticos da organização não se confirmaram – o alerta de mau tempo levou os responsáveis da corrida a decidirem contabilizar os tempos na segunda e penúltima passagem pela meta, situada em Bibione, 182 quilómetros depois da partida em Noale – e, assim, a geral manteve-se inalterada, com Bob Jungels (Etixx-QuickStep) a chegar integrado no pelotão, com o mesmo tempo de Greipel e dos seus opositores.
O luxemburguês continua a dispor de 24 segundos de vantagem sobre o costarriquenho Andrey Amador e 01.07 minutos sobre o espanhol Alejandro Valverde, ambos da Movistar.
Na sexta-feira, o português André Cardoso (Cannondale) vai partir para o seu terreno favorito, a montanha, na 28.ª posição, a 15.27 minutos de Jungels. Pela frente terá 170 quilómetros entre Palmanova e Cividale, com quatro contagens de montanha, duas delas de primeira categoria.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Giro/André Greipel ganha etapa pela terceira vez”

Foto: Lusa

O ciclista germânico impôs a sua superioridade no sprint da 12ª etapa da prova italiana, André Greipel volta a celebrar no Giro.
O alemão André Greipel (Lotto Soudal) conquistou hoje a sua terceira vitória em etapas na 99.ª Volta a Itália em bicicleta, na 12.ª tirada, que não causou alterações na geral liderada por Bob Jungels (Etixx-QuickStep).
Greipel foi, outra vez, o mais forte no ‘sprint’ final, na ligação de 182 quilómetros entre Noale e Bibione, batendo o australiano Caleb Ewan (Orica-GreenEdge) e o italiano Giacomo Nizzolo (Trek-Segafredo).
Bob Jungels (Etixx-QuickStep) manteve a camisola rosa e as diferenças para os seus perseguidores na geral, ambos da Movistar: o costa-riquenho Andrey Amador é segundo a 24 segundos e o espanhol Alejandro Valverde é terceiro, a 01.07 minutos.
Na sexta-feira, a montanha vai marcar a 13.ª etapa, que vai percorrer 170 quilómetros entre Palmanova e Cividale del Friuli.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Fim de etapa na Torre não retira mística à Volta a Portugal”

Foto: DR

Joaquim Gomes disse aos jornalistas que o desaparecimento da etapa na torre - que também acontecerá em 2017 - não retira importância à prova.
O diretor da Volta a Portugal em bicicleta, Joaquim Gomes, considerou hoje que o fim da etapa na Torre não retira mística à 78.ª Volta a Portugal, que arranca a 27 de julho e termina a 07 de agosto, em Lisboa.
A etapa ‘rainha’ da Volta a Portugal, cuja edição de 2016 foi apresentada hoje em conferência de imprensa, na Guarda, será realizada no dia 03 de agosto e terá duas passagens pelo alto da Torre, mas acabará naquela cidade, depois de 173,7 quilómetros de "sobe e desce" a partir de Belmonte.
Apresentada pela organização como a tirada ‘rainha’ da 78.ª edição, a sexta etapa não terá final no ponto mais alto de Portugal continental (1.993 metros), algo que acontece pela primeira vez desde 2006, mas sim na Guarda.
Joaquim Gomes disse aos jornalistas que o desaparecimento da etapa na torre - que também acontecerá em 2017 - não retira importância à prova.
"A mística está lá. Vamos ter, com certeza, muito público, até porque [as pessoas] vão ver passar os ciclistas duas vezes" no ponto mais alto da Serra da Estrela, afirmou.
O diretor da prova referiu ainda que, com a alteração introduzida este ano, as pessoas que se deslocarem à Serra da Estrela "vão ver a passagem na Torre e ainda têm tempo de ver a final na Guarda".
O responsável considera que a etapa ‘rainha’ se identifica "em pleno" com a "fantástica região da Serra da Estrela" e é "uma das mais exigentes etapas que alguma vez se colocou na estrada na Volta a Portugal".
A decisão de suprimir a etapa na Torre está também relacionada com as condições climatéricas adversas que por vezes se verificam (nevoeiro) e com imprevisibilidades originadas pelos incêndios florestais.
Na sexta etapa, o pelotão vai partir de Belmonte rumo à Covilhã e à duríssima vertente das Penhas da Saúde, por onde vai escalar pela primeira vez à contagem de categoria especial instalada na Torre, ao quilómetro 44,7.
Inclui ainda passagens, entre outros locais, por Seia, Manteigas, pela Albufeira da Barragem do Caldeirão e terminará na cidade da Guarda, no largo General Humberto Delgado.
O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, destacou a vertente rural do percurso que a etapa terá no seu concelho, com passagem pelas freguesias de Valhelhas, Famalicão da Serra, Fernão Joanes, Meios, Trinta, Corujeira e Maçainhas.
"Vai andar pelo verdadeiro meio rural. Faz jus à popularidade do desporto", afirmou o autarca que considera a volta como um contributo para "a valorização do território" do seu município.
O autarca de Belmonte, António Rocha, disse ter um "orgulho muito grande" por a etapa "rainha" começar no seu concelho.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Volta a Portugal Santander Totta sobe a Torre duas vezes”

Etapa Rainha entre Belmonte e Guarda

Está definida uma das mais importantes e decisivas etapas da 78ª Volta a Portugal Santander Totta que vai estar na estrada entre 27 de julho e 7 de agosto. Território de emocionantes discussões pelo título de “Rei da Volta” e “Rei dos Trepadores”, a Serra da Estrela será o cenário privilegiado da 6ª etapa que, partindo de Belmonte, a 3 de agosto, vai levar o pelotão a passar duas vezes pelo topo do território continental antes de chegar à Guarda, após 175 quilómetros.

A cidade mais alta de Portugal já recebeu o pelotão da Volta em 53 ocasiões, e muitas vezes em momentos decisivos como vai ser este ano, o que deixa o presidente do município, Álvaro Amaro, particularmente satisfeito.

“Sou um fervoroso adepto da modalidade e a Volta a Portugal é uma grande montra do nosso país pela energia que ela arrasta. Este ano estamos muito orgulhosos pelo papel fundamental que a Guarda vai desempenhar enquanto cidade de chegada da Etapa Rainha da Volta a Portugal.” Com longo historial na prova, a Guarda foi uma das 19 localidades visitadas, em 1927, na 1ª edição da Volta a Portugal.

As dificuldades de montanha serão omnipresentes ao longo dos quase 175 quilómetros desenhados para o percurso de 3 de agosto. Conhecedor do território, o presidente da Câmara Municipal de Belmonte, António Rocha, destaca o contributo das características naturais da região no desenrolar da prova. “A aptidão física dos atletas, a destreza com as bicicletas, a capacidade de enfrentar o calor ou o frio, as longas distâncias e o íngreme das montanhas são fatores que tornam a Volta a Portugal num espectáculo cativante para os públicos de todas as idades.”

Além da partida de Belmonte e da chegada à Guarda, após o dia de descanso, há outros pontos relevantes na 6ª etapa que Joaquim Gomes, diretor da competição, descreve como uma das mais duras tiradas dos últimos anos. “É um elevadíssimo grau de exigência, que naturalmente lhe atribui o estatuto de etapa rainha. Belmonte verá partir a caravana para o desafio de enfrentar a Torre por duas vezes, com o Vale Glaciar, Manteigas e a Albufeira do Caldeirão a prolongar a batalha até à mais alta cidade de Portugal, a Guarda.”

A passagem pela Covilhã e a subida às Penhas da Saúde e à Torre, esta última caracterizada, como sempre, por uma contagem de Categoria Especial, são pontos a reter. Para compensar o esforço da subida, os corredores descem depois à Lagoa Comprida seguindo por Seia, de onde voltam a escalar a serra pelo Sabugueiro até passar novamente na Torre onde haverá uma segunda contagem de Montanha Especial. Sem tempo para recuperar energia, o trajeto segue depois na direção de Piornos e Manteigas, passando pela Albufeira da Barragem do Caldeirão antes de terminar na Guarda. Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, relembra que “uma etapa que passe pelo ponto mais alto de Portugal continental tem de ser difícil! A região da Serra da Estrela tem dos percursos mais duros, no país, para o ciclismo. Não tenho dúvidas que as particularidades serranas vão criar muitas dificuldades e marcar decisivamente a edição 2016 da Volta.”

Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro, afirma que a jornada decisiva no coração na região centro vai atrair novos visitantes, reforçando o trabalho já desenvolvido. “Esta região é, cada vez mais, um destino turístico patrimonial, cultural e gastronómico, vocacionado para os grandes eventos desportivos. Por esta razão, a Volta é uma oportunidade exemplar de divulgação do centro de Portugal junto de novos públicos, motivados pela paixão que têm pelo ciclismo.”

A 6ª etapa da 78ª Volta a Portugal Santander Totta realiza-se a 3 de agosto, quarta-feira, marcando a segunda fase da competição. Terá cerca de 175 quilómetros percorridos entre Belmonte e Guarda, com duas contagens de Prémio de Montanha de Categoria Especial assinaladas na Torre.

Fonte: Podium

“Seleção Nacional/Liberty Seguros”

Nuno Bico foi o melhor português na etapa de abertura

Nuno Bico, 25.º classificado, foi o melhor elemento da Seleção Nacional/Liberty Seguros na primeira etapa da Ronde de l’Isard, uma ligação de 138,2 quilómetros, entre Lorp-Sentaraille e Goulier-Neige, ganha pelo belga Bjorg Lambrecht (Lotto Soudal Sub-23).

A tirada, na região do Pirenéus franceses, decidiu-se na subida de nove quilómetros para a meta. O pelotão já entrou selecionado nos derradeiros nove mil metros, devido ao nervosismo da jornada inicial, que provocou muitas quedas, partindo o grupo principal.

Nas rampas de Goulier-Neige, os corredores da equipa colombiana Manzana Postobon impuseram um ritmo forte, reduzindo o grupo ao longo da escalada. Mas foram os ciclistas da equipa de desenvolvimento da Lotto Soudal que tiraram maior benefício, colocando três homens nos cinco primeiros.

A vitória foi para o jovem talento Bjorg Lambrecht, campeão belga júnior no ano passado. A 2 segundos chegou David Gaudu (França) e a 4 segundos Steff Crass (Lotto Soudal Sub-23). Nuno Bico foi 25.º, a 1m20s. Na geral, devido às bonificações, Nuno Bico está a 1m30s do comandante.

“A equipa manteve-se toda no pelotão principal até à derradeira subida, de 9 quilómetros. Aí os nossos corredores deram o melhor de si e o Nuno Bico só descolou nos últimos 300 metros. Devido a uma queda, no último fim de semana, esteve sem treinar alguns dias. Estou convencido de que poderá melhorar de dia para dia e subir na geral”, afirma o selecionador português, José Poeira, que desiste de lutar por um bom resultado.

A Seleção Nacional/Liberty Seguros ocupa o sétimo posto entre as 23 equipas participantes.

A montanha é também o prato principal da segunda etapa, a disputar nesta sexta-feira, ao longo de 154,8 quilómetros, entre Roques-sur-Garonne e a estação de esqui de Ax-3-Domaines. A meta coincide com um prémio de montanha de primeira categoria, havendo outra subida do mesmo nível, a 30 quilómetros da chegada.

Classificação

1.ª Etapa: Lorp-Sentaraille - Goulier-Neige, 138,2 km

1.º Bjorg Lambrecht (Lotto Soudal Sub-23), 3h35m29s

2.º David Gaudu (França), a 2s

3.º Steff Crass (Lotto Soudal Sub-23), a 4s

4.º Matthias Le Turnier (Oceáne Top16), a 6s

5.º Harm Vanhoucke (Lotto Soudal Sub-23), a 7s

25.º Nuno Bico (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 1m20s

30.º João Rodrigues (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 2m04s

45.º Gaspar Gonçalves (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m22s

49.º Gonçalo Carvalho (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m55s

56.º Luís Gomes (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 4m17s

75.º Ivo Oliveira (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 6m02s

 

Geral Individual

1.º Bjorg Lambrecht (Lotto Soudal Sub-23), 3h35m19s

2.º David Gaudu (França), a 6s

3.º Steff Crass (Lotto Soudal Sub-23), a 10s

4.º Matthias Le Turnier (Oceáne Top16), a 16s

5.º Harm Vanhoucke (Lotto Soudal Sub-23), a 17s

25.º Nuno Bico (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 1m30s

30.º João Rodrigues (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 2m14s

45.º Gaspar Gonçalves (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 3m32s

49.º Gonçalo Carvalho (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 4m05s

56.º Luís Gomes (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 4m27s

75.º Ivo Oliveira (Seleção Nacional/Liberty Seguros), a 6m12s

Fonte: FPC

“José Mendes em sétimo na Volta à Noruega”

Foto: EPA/NICOLAS BOUVY

A segunda etapa foi ganha pelo holandês Pieter Weening.
O português José Mendes (Bora-Argon 18) foi esta quinta-feira sétimo na segunda etapa da Volta à Noruega em bicicleta, ganha pelo holandês Pieter Weening (Roompot-Oranje Peloton).
Depois de representar a seleção nacional no Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela, José Mendes mostrou-se hoje em bom nível na segunda tirada da prova norueguesa, ao cortar a meta integrado de nove ciclistas que chegou a 46 segundos de Weening, que venceu com o tempo de 05:17.00 horas.
Primeiro no final dos 211 quilómetros entre Kragero e Rjukan, o holandês da Roompot-Oranje Peloton lidera a geral, com o português da Bora-Argon 18 a ser sétimo, a 56 segundos.
A terceira etapa da Volta à Noruega vai decorrer entre Rjukan e Geilo, ao longo de 168 quilómetros.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa