quinta-feira, 14 de abril de 2016

“Volta a Portugal pode passar por troço de rali em Fafe”

Foto: Lusa

Joaquim Gomes confirmou a discussão desta possibilidade para o percurso da prova.
A organização da Volta a Portugal em bicicleta pondera incluir na edição deste ano um percurso em terra, em Fafe, habitualmente utilizado no Rali de Portugal, confirmou hoje à Lusa o diretor de prova, Joaquim Gomes. "Estamos a avaliar essa possibilidade e já nos deslocámos ao local", afirmou, destacando o "caráter inédito" da eventual passagem.
Joaquim Gomes explicou que a decisão só será tomada depois de auscultada a Federação Portuguesa de Ciclismo, a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais e as equipas portuguesas.
O diretor da Volta a Portugal, cuja 78.ª edição decorre entre 27 de julho a 07 de agosto, assinalou que importa assegurar todas as condições, nomeadamente as que garantam a integridade física dos ciclistas.
O vice-presidente da Câmara de Fafe, Pompeu Martins, confirmou hoje à Lusa o interesse da organização da prova e frisou que, do lado Município, há toda a abertura e colaboração.
Segundo o autarca, o que está a ser equacionado é que se percorra um troço de cerca de 2,2 quilómetros, em terra batida, começando na zona do Confurco e passando pelo famoso salto da Lameirinha. Junto ao cemitério da Lagoa, os ciclistas iniciarão, já em alcatrão, a descida até Fafe, onde terminará a etapa do dia.
Pompeu Martins afirmou que há uma grande expetativa em relação à passagem dos ciclistas pelo "mítico troço do rali", sobretudo por ser "uma absoluta novidade". "Imaginamos que muita gente curiosa não deixará de se deslocar ao troço para ver passar o pelotão", assinalou.
Se a utilização do percurso em terra for uma realidade, como deseja o município, estarão reunidas condições para "mais um grande momento de afirmação de Fafe no contexto mediático nacional", assinalou.
A propósito, destacou a possibilidade de se fazer uma associação curiosa entre duas modalidades em que o concelho tem grande tradição e muitos adeptos. "Acho que ganharíamos todos. Seria algo fantástico", afirmou, a propósito.
Joaquim Gomes disse à Lusa, por seu turno, concordar com o interesse mediático acrescido que esta novidade poderá trazer à Volta a Portugal, "num concelho como Fafe, com tão grande tradição no ciclismo e nos ralis". Se a passagem pelo troço de terra corresse bem, frisou, poderia até passar a integrar, em futuras edições, as etapas com chegada a Fafe. Apesar disso, a decisão ainda não está tomada, prevendo o diretor da prova que nas próximas semanas ficará tudo definido.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“UCI suspende utilização de travões de disco em provas de estrada”

Os cortes provocados pelos discos estão na origem da decisão do organismo, apenas duas equipas do WorldTour usam discos.
A União Ciclista Internacional (UCI) decidiu hoje suspender, com caráter imediato, a experiência de utilização de travões de disco nas bicicletas que estava em curso nas provas de estrada.
"Esta decisão vem na sequência do pedido da Associação Internacional de Grupos Ciclistas Profissionais (AIGCP) (...) após o acidente de que o corredor da Movistar Team Francisco Ventoso foi vítima no domingo na 'clássica' Paris-Roubaix. Este pedido teve o apoio dos Ciclistas Profissionais Associados, organismo representante dos corredores", anunciou a UCI em comunicado.
O corredor espanhol, que na quarta-feira alertou para os perigos dos travões de disco, ficou ferido numa perna e foi submetido a uma intervenção cirúrgica depois de ter roçado na parte traseira da bicicleta de outro ciclista durante uma situação confusa, com travagens bruscas, em que se aglomeraram os corredores. Na mesma corrida, o belga Nikolas Maes, da Etixx-QuickStep, sofreu um corte num joelho, provocado também por um disco.
Depois dos primeiros testes, efetuados em agosto e setembro de 2015, a UCI autorizou a utilização deste tipo de travões nas provas de estrada a partir de 2016 em todos os escalões profissionais, prometendo supervisionar a experiência. Entre as 18 equipas do WorldTour, há apenas duas a usar os discos.
"A UCI vai agora prosseguir consultas alargadas sobre este tema no âmbito da sua Comissão de Material, no seio da qual estão representadas as equipas, os corredores, os mecânicos, os adeptos, os comissários e a indústria da bicicleta - através da Federação Mundial da Indústria dos Desporto -, reafirmando que a segurança dois corredores foi e será sempre sua prioridade absoluta", conclui o comunicado.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Castela e Leão muito 'portuguesa'”

Foto: Epa

Autor: Ana Paula Marques

Quatro equipas portuguesas estarão presentes, Valverde será a estrela

A Volta a Castela e Leão, no país vizinho, tem um forte cunho português, que se nota em três áreas: no pelotão, com a participação de quatro equipas (Sporting-Tavira, W52-FC Porto, Efapel e RP-Boavista), no percurso (com uma chegada e partida de Bragança), e através do organizador, a empresa Fullsport, de Carlos Pereira.

Das 15 equipas participantes, uma é do World Tour, a Movistar, que se apresenta com um dos seus líderes, Alejandro Valverde, sendo ele o principal candidato a ganhar uma corrida na qual o seu nome não consta no palmarés.

Armada lusitana

As quatro equipas nacionais que amanhã estarão na linha de partida não terão muitos argumentos para fazer frente à Movistar, mas podem aspirar a lugares no top 10. Os recentes resultados obtidos no país vizinho deixaram boas indicações, nomeadamente os de César Fonte e Frederico Figueiredo da RP-Boavista. Por outro lado, o facto de o percurso não ter contrarrelógio pesa também a favor das formações nacionais.

O Sporting-Tavira faz-se representar com os pesos-pesados, o italiano Rinaldo Nocentino e Hugo Sabido, sendo que no W52-FC Porto Gustavo Veloso é baixa por lesão. A Efapel alinha com o chefe de fila Joni Brandão.

Montanha é o prato forte do percurso

As três etapas, todas em linha, têm a montanha como prato forte, destacando-se no último dia a chegada ao Alto de Candelario, de 1.ª categoria. A 31.ª Volta a Castela e Leão começa então amanhã com a ligação Alcanices-Bragança, para no sábado o pelotão partir da cidade portuguesa rumo a Fermoselle. Já no domingo, a última tirada começa em Salamanca.

Fonte: Record on-line

“EFAPEL enfrenta desafio ibérico”

Três dias de competição em Espanha e em Portugal

A equipa profissional de ciclismo EFAPEL regressa à estrada para o desafio ibérico da temporada velocipédica. À semelhança do que aconteceu na época passada, a Vuelta Ciclista Castilla y León realiza-se em Portugal e em Espanha de amanhã a domingo e a formação de Ovar entra na competição com o objectivo de lutar pelos melhores lugares. A prova conta com a participação de equipas ambiciosas, entre as quais uma estrutura do World Tour, mas os comandados por Américo Silva não se desviam das metas traçadas.

Com um traçado exigente, marcado por etapas selectivas com inúmeras montanhas categorizadas, será um bom teste para a nova fase da época. “Entramos para esta prova com o intuito de sermos protagonistas. Acaba por ser uma oportunidade para voltar a correr com formações que, em teoria, são de um nível superior. Mas temos sempre a ambição de dar o nosso melhor sem qualquer complexo de inferioridade e vamos bater-nos de igual para igual. Relativamente, ao percurso,as etapas são duras e com o clima que temos, serão três dias exigentes em que tudo pode acontecer. Em teoria, a derradeira será aquela em que se farão as diferenças.”

A competição começa já amanhã com uma etapa internacional. Alcañices, em Espanha, é o ponto de partida. Bragança, em Portugal, recebe o final depois de quase 170 quilómetros. No segundo dia, o pelotão deixa a cidade bragantina e ruma a Fermoselle, de novo em Espanha. São 170,6 km. No domingo, uma etapa dura, toda ela desenhada no país vizinho. Salamanca – Candelario (Alto de la Plataforma) é o dia principal com final numa montanha de primeira categoria depois de mais de 160 quilómetros cumpridos.

Nome da prova

31ª Vuelta Ciclista Castilla y León

Data

15 a 17 de Abril de 2016

Director desportivo

Américo Silva

Ciclistas

António Barbio (Contra-relogista)

Álvaro Trueba (Contra-relogista/Trepador)

Daniel Mestre (Contra-relogista)

Filipe Cardoso (Sprinter/Equipier)

Henrique Casimiro (Trepador)

Jóni Brandão (Trepador)

Nuno Almeida (Trepador)

Rafael Silva (Sprinter

Fonte: Efapel

“20º Passeio de Pombal”

AMIGOS DO PEDAL

Pombal, terra de tradições e de grandes pedaladas, no centro de Portugal, o Clube de Cicloturismo de Pombal leva para a estrada no próximo dia 24 de abril o seu XX Passeio Anual de Cicloturismo, com o percurso de 60 quilómetros. Será com todo o prazer que o Clube de Cicloturismo de Pombal quer receber na bonita cidade de Pombal todos os participantes para mais um passeio de bicicleta, finalmente com SOL.

A concentração para o evento terá início a partir das 8 horas, no Largo da Biblioteca, junto à sede do clube (entre a Linha da CP e o Rio Arunca), sendo o horário para cumprir, por isso, a saída será dada às 09h15. O itinerário é curto e rápido (60 km) e de média dificuldade, com uma média recomendada de 23 km/h.

O Passeio termina por volta das 12H25, na zona desportiva da cidade, local de banhos de água quente.

A seguir será o convívio com um almoço, o já tradicional e espectacular Porco no Espeto.

O passeio faz parte do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com bonita paisagem, boas lembranças, um saudável convívio, amizade e boa gastronomia, estão assim reunidas as condições para um grande dia de Cicloturismo, ficando assim à espera da vossa presença.

O Passeio contará mais uma vez com a revista Notícias do Pedal, que apoia e fará a reportagem do evento.

Um passeio a não perder e que se recomenda.

Faça já a sua inscrição para os contactos 968130525 / 919830026 / 933953840 ou email cicloturismopombal@gmail.com