domingo, 10 de abril de 2016

“Nelson Oliveira com suspeita de fratura de clavícula”

Autor: Lusa

Foto: Filipe Farinha

Português da Movistar caiu na clássica Paris-Roubaix.

O ciclista português Nelson Oliveira (Movistar) confirmou à agência Lusa que tem suspeitas de fratura da clavícula esquerda, na sequência da queda este domingo na clássica Paris-Roubaix.
Nelson Oliveira irá realizar uma radiografia quando chegar, ainda este domingo a Pamplona (Espanha), para confirmar as suspeitas de fratura.
"Tentei evitar a queda, que foi no meio do pelotão, mas já não consegui", lamentou, notoriamente desapontado, o bicampeão nacional de contrarrelógio, que caiu à entrada do primeiro setor de 'pavé' e ficou agarrado à clavícula esquerda.
O corredor da Movistar foi levado para a ambulância, onde foi assistido e recebeu o primeiro diagnóstico de fratura de clavícula. "Doía-me bastante essa zona", disse à Lusa.
No decorrer da clássica, a equipa espanhola informou que o português de 27 anos foi transportado para o hospital para ser observado ao ombro esquerdo, mas só este domingo à noite, em Pamplona, será submetido a uma radiografia.
Esta era a segunda participação de Nelson Oliveira na
'clássica das clássicas', ganha pelo australiano Matthew Hayman (Orica-GreenEdge).

Fonte: Record on-line

“Matthew Hayman 'em choque' pela vitória na Clássica Paris-Roubaix”

Foto: EPA

O australiano da Orica-GreenEdge impôs-se aos 37 anos na mítica prova gaulesa.
O ciclista australiano Matthew Hayman (Orica-GreenEdge) sobreviveu à fuga do dia para se tornar hoje no vencedor surpresa do Paris-Roubaix, impedindo o belga Tom Boonen (Etixx-QuickStep) de estabelecer um novo recorde de vitórias na ‘clássica das clássicas’.
Numa edição imprópria para cardíacos, o veterano da Orica-GreenEdge aproveitou um erro de cálculo do quatro vezes vencedor no ‘Inferno do Norte’, que ficou fechado na parte inferior da pista do velódromo de Roubaix, para festejar a sua primeira vitória numa ‘clássica’ e tornar-se assim apenas o segundo australiano a vencer o Paris-Roubaix em 114 edições, depois de Stuart O’Grady em 2007.
Sem currículo neste tipo de provas, Hayman mostrou que querer é poder e aos 37 anos, apenas cinco semanas após ter partido o rádio, andou cerca de 180 quilómetros dos 257,5 entre Compiègne e Roubaix em fuga para superar ao ‘sprint’, mesmo sobre a linha de meta, o lendário Boonen.
Incrédulo, o australiano, cujo melhor resultado até hoje na ‘clássica das clássicas’ tinha sido um oitavo posto em 2012, demorou a perceber o que tinha acontecido, no final das 05:51.53 horas de competição. “Não consigo acreditar, estou em estado de pura descrença. Parti o meu braço há cinco semanas e perdi todas as corridas até à última semana. Esta é a minha corrida preferida, é uma corrida com a qual sonho ano após ano. Este ano nem me atrevia a sonhar”, confessou, emocionado.
O feito de Hayman é ainda maior tendo em conta que derrotou o rei da Paris-Roubaix, Tom Boonen, que é, a par do compatriota Roger De Vlaeminck, o recordista de triunfos da prova. O belga fez sonhar os seus fãs, ao integrar o grupo de cinco que entrou isolado no velódromo de Roubaix, mas teve de contentar-se com a segunda posição, diante de Ian Stannard (Sky), Sep Vanmarcke (Lotto NL-Jumbo) e Edvald Boasson Hagen (Dimenson Data), quinto a três segundos.
O epílogo da ‘clássica’ francesa começou a desenhar-se ao quilómetro 141, quando uma queda no pelotão principal deixou cortados Peter Sagan (Tinkoff) e Fabian Cancellara (Trek-Segafredo), com um portentoso Tony Martin (Etixx-Quickstep) a aproveitar a ‘benesse’ para decidir, logo ali a corrida, e guiar o seu grupo aos fugitivos, com a recolagem a ser feita a 65 quilómetros do final.
Apanhados de surpresa pelo incrível trabalho do alemão, que hoje fazia a sua estreia no Paris-Roubaix, em prol do seu companheiro belga, o campeão do mundo e o suíço tentaram por tudo recolar ao grupo de Boonen, mas as suas intenções saíram frustradas, sobretudo depois de Cancellara cair a 45 quilómetros da meta, em Mons-en-Pévèles, no décimo dos 27 setores de ‘pavé, curiosamente aquele que, na véspera, tinha apontado como decisivo para o desfecho da corrida.
À medida que os setores de empedrado iam ficando para trás, o grupo da liderança ia perdendo peças até ficar reduzido aos cinco que discutiram a vitória. Apesar dos múltiplos ataques nos quilómetros finais – destaque para uma tentativa de Vanmarcke, que depois de ter vindo de trás para a frente para integrar o grupo de Boonen, chegou a dispor de dez segundos de vantagem na parte final -, o triunfo foi decidido ao ‘sprint’, com Hayman a levar a melhor para ser o terceiro ciclista mais velho a vencer em Roubaix.
Mas não foi apenas para Sagan, 11.º a 02.20 minutos do vencedor, e Cancellara, 40.º a 07.35, que o ‘Inferno do Norte’ foi infernal: quem pior saiu da rainha das ‘clássicas’ foi o português Nelson Oliveira (Movistar), que após andar em fuga nos quilómetros iniciais, caiu à entrada do primeiro setor de ‘pavé’ e ficou agarrado à clavícula esquerda, sendo imediatamente transportado para o hospital.
Também Mário Costa (Lampre-Merida), que ficou cortado aquando da queda do bicampeão nacional de contrarrelógio, desistiu.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Visconti vence clássica Primavera de Amorebieta, César Fonte 11º”

Foto: CLAUDIO PERI / EPA

O ciclista da Rádio Popular-Boavista foi o melhor português.
O ciclista italiano Giovanni Visconti (Movistar) venceu hoje a clássica Primavera de Amorebieta, em Espanha, com o português César Fonte (Rádio Popular-Boavista) a terminar na 11.ª posição.
Visconti foi o primeiro de um grupo de fugitivos a cortar a meta, gastando 3:56.44 minutos para cumprir os 171,5 quilómetros do percurso, o mesmo tempo dos espanhóis Gorka Izagirre (Movistar), Sergio Pardilla (Caja Rural) e Alejandro Valverde (Movistar).
César Fonte, na 11.ª posição, a 1.33 minutos, foi o melhor português, com o mesmo tempo dos espanhóis Jesus Ezquerra (13.º), do Sporting-Tavira, Vicente Garcia de Mateos (16.º), do Louletano-Hospital de Loulé, e Juan Ignacio Perez (20.º), do W52-FC Porto, a serem os primeiros das restantes equipas lusas.

*Artigo corrigido às 16h23. O melhor ciclista do W52-FC Porto na prova foi o espanhol Juan Ignacio Perez e não Rafael Reis.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa
Alejandro Kim domina na Boavista

O espanhol Alejandro Kim (Yellow Mad) foi a grande figura da dupla jornada de abertura da Taça de Portugal de BMX, realizada neste fim de semana, na pista do bairro da Boavista, Lisboa, vencendo as provas de elite.
O corredor espanhol começou em grande estilo a defesa do troféu que conquistou em 2015. Ganhou a prova de sábado e repetiu o feito no domingo, mostrando aos portugueses que terão tarefa complicada se quiserem erguer o troféu no final da época. O melhor luso no sábado foi o campeão nacional, Hugo Martins (Team BMX Asas da Cidade), segundo classificado, enquanto no domingo a honra lusa foi defendida por André Martins (Team BMX Asas da Cidade), também segundo.

A luta pela primazia está mais equilibrada entre as femininas. Carolina Claro (Casa do Povo de Abrunheira) ganhou no sábado, mas não conseguiu impedir a superioridade de Jéssica Cruz (Escola BMX Forninho/Monte Maneta) no domingo.

Em cadetes a tónica também é de equilíbrio. Marco Albano (CBP - Clube Bicross de Portimão) venceu na jornada de abertura e é o comandante da geral, apesar de o espanhol Pablo Fernández (Union WCC) ter sido o melhor no domingo.

Em veteranos e em cruisers, os vencedores também mudaram de um dia para o outro. Paulo Domingues (MS Racing Portugal) foi o melhor master no sábado, cabendo essa honra a Luís Ferreira (Team BMX) no domingo. Em cruisers ganharam Pedro Ferreira (Escola BMX Forninho/Monte Maneta) e Rui Melo.

Fonte: FPC

“Taça Cyclin’Portugal de XCO”

Mário Costa e Åsa Erlandsson dominam em Sobrado

Mário Costa (ASC/Focus Team/Vila do Conde) e Åsa Erlandsson (Seleção da Suécia) venceram hoje, em Sobrado, Valongo, as corridas de elite do XCO Internacional de Valongo, terceira prova da Taça Cyclin’Portugal.

A primeira volta da prova de elite masculina foi equilibrada, mas, a partir daí, Mário Costa disparou para uma exibição de luxo, ganhando terreno, volta a volta, aos rivais para um eloquente triunfo em solitário. O campeão nacional, David Rosa, foi o adversário que mais se aproximou, cortando a meta a 1m43s. O terceiro foi Tiago Ferreira (Team Protek), a 4m13s.

Este pódio inteiramente luso garantiu a Portugal 130 pontos para o ranking de apuramento olímpico.

O segundo lugar valeu a David Rosa a manutenção do comando da geral de elite na Taça Cyclin’Portugal. José Dias (Seissa/MGB Bikes/Matias e Araújo/Frulact) reforçou o primeiro lugar na geral de sub-23, sendo o melhor desta categoria em Sobrado.

A corrida feminina foi, como tem sido habitual, dominada pelas corredoras estrangeiras. A sueca Åsa Erlandsson venceu com à vontade, relegando a “residente” Lucia Vázquez (Maiatos/Reabnorte/BikeZone) e a estoniana Maaris Meier (ProRebordosa/Garrafeira Gomes/Oforsep) para os segundo e terceiro lugares, respetivamente.

A corredora nórdica isolou-se na segunda das cinco voltas da prova de elite feminina, gastando menos 2m48s do que a galega e menos 4m56s do que a ciclista da Estónia. A melhor portuguesa foi Joana Monteiro (ASC/Focus Team/Vila do Conde), quarta na geral e melhor sub-23. Lucia Vázquez assumiu o comando da geral de elite, enquanto Joana Monteiro saltou para a frente da Taça em sub-23.

O galego Ivan Feijoo (Academia Postal/Actyon) venceu a prova de juniores, que ficou marcada pelos azares do campeão nacional João Rocha (Rodabike/ACRG/Gondomar), que, apesar dos problemas mecânicos e do sétimo posto em Sobrado, manteve o primeiro lugar na geral. Marta Branco (ASC/Focus Team/Vila do Conde) foi a melhor júnior e, perante a ausência de Emily Wadsworth, assumiu a liderança nesta categoria.

Em cadetes, tanto no setor masculino como no feminino, venceram hoje os ciclistas que já estavam na frente da classificação geral, Guilherme Mota (Marrazes/Gui/Brejinho/BikeZone Leiria) e Raquel Queirós (ASC/Focus Team/Vila do Conde).

Rúben Nunes (ASC/Focus Team/Vila do Conde) venceu em masters 30 e assumiu o comando nesta categoria. Em masters 40 também há novo líder e também é o vencedor da prova deste domingo, Francisco Anjos (Nutrimania Sports Nutrition/GDVP). Em masters 50 ganhou António Silva (ProRebordosa/Garrafeira Gomes/Oforsep), que já liderava, enquanto a vitória de masters femininas foi para Ângela Gonçalves (BTT Seia), que passou para o topo da geral.

Fábio Luiz (Marrazes/Gui/Brejinho/BikeZone Leiria) reforçou a liderança entre os corredores com deficiência auditiva.

A ASC/Focus Team/Vila do Conde viveu um domingo para mais tarde recordar, vencendo por equipas e, dessa forma, assumindo o primeiro posto na geral coletiva.

Fonte: FPC

“Reportagem no “O Praticante” “14ª Bênção Nacional do Ciclistas.2016”

Já está on-line a reportagem no “O Praticante” “14ª Bênção Nacional do Ciclistas.2016” realizado no hoje em Fátima, o mesmo pode ser visualizado em: http://www.opraticante.pt/14a-bencao-nacional-dos-ciclistas-em-fatima/ ou em: http://www.opraticante.pt/  onde pode ainda visualizar outras notícias.

“Galeria Multimédia” divulgação das Fotos da “14ª Bênção Nacional do Ciclistas.2016”

Já estão on-line na “Galeria Multimédia”, as fotos da “14ª Bênção Nacional do Ciclistas.2016” realizada hoje em Fátima, as mesmas podem ser visualizadas em:

14ª Bênção Nacional dos Ciclistas em Fátima

Mau tempo, mas um ano a fustigar os Ciclistas Peregrinos

 
Texto: José Morais

Fotos: José e Helena Morais

Realizou-se este domingo 10 de abril a 14ª Bênção Nacional dos Ciclistas. Fátima, o Altar do Mundo como é considerado, recebeu algumas centenas de ciclistas oriundos um pouco de todos os pontos do país, para assistir á já tradicional Bênção, como finalidade, os ciclistas quiseram assim transmitir a sua inabalável Fé à Virgem Maria, rezando assim na Cova da Iria, pedindo proteção e amparo nas estradas de Portugal e resto do Mundo, para quando pedalam, seja em competição, lazer, ou simplesmente como meio de mobilidade do dia-a-dia, recordando ainda todos aqueles que já perderam a vida na estrada, quando atualmente a morte de ciclistas tem sido imensa nos últimos tempo, este momento foi sem dúvida de grande reflexão, e respeito.

A tradicional Bênção é uma organização da União de Ciclismo de Leiria, a qual mais um ano contou com o apoio da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), a qual mais um ano marcou presença, já que é um evento do seu calendário oficial desde o primeiro dia da sua realização, contando ainda com o apoio da Reitoria do Santuário de Fátima, entre outras entidades.


Olhando o evento:

A tradicional Bênção Nacional dos Ciclistas, que este ano fez 14 anos, tem ao longo dos mesmos, ficado marcada por algumas intempéries, o mau tempo tem feito e deixado marcas fortes, e nestes anos da sua realização, apenas 3 ou quatro edições, os ciclistas puderam contar com bom tempo, todos os outros tem sido marcados com imensa chuva e frio, e até um ano com neve, porem, isto não é motivo para desistir, e todos uns anos, uns mais que outros, os participantes marcam presença e resistem a todos esses contratempos, e este ano não fugiu á regra, e mais um ano a chuva e o frio marcaram presença, o que deu origem a muitos que se deslocaram a Fátima acabassem por se irem embora, mesmo com Fé, as condições climatéricas foram mais fortes, mas muitos não arredaram pé, e já diz o velho ditado, “Bênção molhada, Bênção abençoada”.

Assim como marcava o programa, a concentração iniciou-se pelas 10 horas no parque nº 12, e pelas 10,45 era dada partida para o passeio, seguindo em direção a Aljustrel, localidade onde nasceram Jacinta, Francisco e Lúcia, depois a passagem por Valinhos, local onde se deu a 4.ª aparição de Nossa Senhora de Fátima a 19 de agosto de 1917, e a Loca do Anjo, lugar onde Jacinta, Francisco e Lúcia, viram pela 1.ª e 3.ª vez o Anjo em 1916, com a chegada ao Calvário Húngaro - Capela de S. Estêvão, onde pelas 11.30 era celebrada a Santa Missa, e de seguida feita a Bênção.

Durante os poucos quilómetros percorridos a pedalar, a chuva deu algumas tréguas, proporcionando assim a todos pedalarem mais confortavelmente, com os participantes mais satisfeitos, e com imensa Fé em que a chuva desse algumas tréguas, o que veio a acontecer durante as pedaladas.

Com o início da cerimónia religiosa, o regresso da chuva foi em força, mas não foi motivo para desanimar nem desistir, e os ciclistas mantiveram-se firmes até ao final, estando atentos às palavras de D. Augusto Cesar, Bispo Emérito da Diocese Portalegre/Castelo Branco, que este ano subsistiu D. Serafim Ferreira e Silva que desde o primeiro ano sempre marcou presença, mas este ano por motivos de força maior, e um compromisso da Reitoria do Santuário marcada para a mesma hora, não foi possível fazer a Bênção, mas mesmo assim, e a chover, fez questão de marcar presença antes da partida, no momento da concentração.

Com as más condições climatéricas, torna-se complicado por vezes trabalhar, mas, estando nós num local de Fé, tentamos fazer o nosso melhor, e trazer alguns dos melhores momentos, e não pudemos de recolher alguns testemunhos, e nos breves momentos que D. Serafim esteve presente, a nossa reportagem recolheu algumas palavras do mesmo que dizia ao Notícias do Pedal; “Esta é sem dúvida já uma Bênção, ao ver aqui estes resistentes, bicicletas e participantes novos, e mesmo com chuva, quiseram marcar presença, isto é uma força para viver em comunidade, cada vez melhor”.

Estas as palavras de D. Serafim, mas também D. Augusto Cesar, falou no final também ao Notícias do Pedal ao dizer; “No final desta Bênção apenas posso dizer que estou unido ao D. Serafim ele é que deveria de estar aqui, mas nós estamos aqui para nos ajudarmos mutuamente, e ao mesmo tempo com solidariedade com estes ciclistas, para que Deus os abençoe no seu caminho, e seja um testemunho de Fé, no meio do nosso ambiente, não só de Portugal, mas do resto da Europa”.

E por fim, Carlos Vieira, presidente da União de Ciclismo de Leiria, dizia ao Notícias do Pedal, já quase em final de reportagem; “A chuva mais um ano marcou presença, mas os resistentes estiveram aqui hoje a assistir á Santa Missa e á Bênção, e foram muito resistentes e foram até ao fim, mas, não quer dizer que não vamos continuar, nós somos perseverantes e vamos continuar faça chuva ou faça sol, é isso que nos motiva e nos vai levar por diante as próximas Bênçãos, desejo que todos regressem bem, e tenham o resto de um bom ano tudo de bom, e que a Virgem Maria os proteja nas estradas de Portugal e todo o mundo”.

E com estas palavras, pouco mais para dizer, foi sem dúvida uma Bênção muito positiva, a massa humana presente não foi a esperada, mas as más condições climatéricas foram mais uma vez as causadoras disso, mas mesmo assim temos de referir as várias centenas que marcaram presença, que pedalaram, que assistiram de pé firme a todas a cerimónias religiosas, foram eles os heróis que alegraram e animaram esta 14ª Bênção Nacional dos Ciclistas, a qual era para contar com a presença de Joaquim Gomes, o atual diretor da Volta a Portugal em Bicicleta, mas á última hora por motivos de força maior, questões familiares, não pode comparecer.

Ficam assim os votos de bons passeios, boas pedalas, e contamos em 2017 estar aqui novamente presente em mais uma Bênção Nacional dos Ciclistas, na sua 15ª edição, onde mais uma vez o Notícias do Pedal esteve inserido na organização, sendo o órgão de comunicação oficial.