terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

“EFAPEL começa época no Algarve com muitas estrelas mundiais”


Primeiro teste na prova nacional com mais equipas do World Tour
A equipa de ciclismo profissional da EFAPEL já está no Sul de Portugal onde amanhã começa a 42ª Volta ao Algarve. A formação liderada por Américo Silva dá início à época de 2016 na corrida portuguesa que mais formações do World Tour - o escalão máximo da União Ciclista Internacional - recebe. Este é, por isso, um importante teste para os oito ciclistas que defendem as cores da equipa se colocarem à prova e testarem as suas capacidades.
Para Américo Silva, esta é a primeira oportunidade de validar o trabalho feito durante o período de defeso entre o final do ano de 2015 e o início da nova temporada. “É um primeiro contacto em termos competitivos. Temos a noção da diferença entre a equipa da EFAPEL e as portuguesas perante as formações estrangeiras que estão aqui presentes, em particular as do World Tour. Também sabemos que essas mesmas equipas acabam por cá chegar com uma preparação mais avançada do que nós tendo em conta calendário que têm e as competições que já fizeram”, explicou o director desportivo.

A EFAPEL entra, assim, em prova, com o intuito de ver em que ponto está da sua preparação para os principais objectivos do ano. “Esta prova serve para nós termos um primeiro contacto com a competição e fazer uma avaliação da nossa própria forma, das nossas capacidades neste início de temporada tendo em conta o trabalho que fizemos ate aqui”, esclareceu Américo Silva.
A Volta ao Algarve de 2016 apresenta um percurso com cinco etapas. Destas, duas foram desenhadas para terminarem ao sprint, enquanto há mais duas já tradicionais, a chegada ao Alto do Malhão e o contra-relógio individual. A grande novidade é a segunda etapa com final no alto, pois a organização decidiu recuperar a chegada ao ponto com a maior altitude do Algarve, a Fóia. “Voltou a haver uma chegada À Fóia, o que torna a corrida à partida bastante mais competitiva. O contra-relógio pode não ter um papel tão decisivo na decisão da corrida como nas edições anteriores”, admitiu Américo Silva.
Amanhã, os ciclistas têm pela frente uma etapa com 163,6 km entre Lagos e Albufeira. Na quinta-feira, entre Lagoa e o Alto da Fóia distam quase 198,6 quilómetros, na etapa mais longa da edição deste ano. O contra-relógio com partida e chegada a em Sagres é na sexta-feira e tem 18 km de extensão. No sábado, o pelotão percorre 194 km entre São Brás de Alportel e Tavira. Para terminar, no domingo há mais montanha, desta vez com 169 km a ligar Almodôvar e o Alto do Malhão.
Nome da prova
42ª Volta ao Algarve
Data
17 a 21 de Fevereiro de 2016
Director desportivo
Américo Silva
Ciclistas
Álvaro Trueba (Contra-relogista/trepador)
Daniel Mestre (Contra-relogista)
Filipe Cardoso (Sprinter/Equipier)
Hélder Ferreira (Trepador)
Henrique Casimiro (Trepador)
Jóni Brandão (Trepador)
Nuno Almeida (Trepador)
Rafael Silva (Sprinter
Fonte: Efapel

“O TRAINING CAMP”

O TRAINING CAMP é o reflexo da nossa paixão pelo ciclismo
O intuito do Training Camp é criar um evento desportivo tanto para os ciclistas, como para quem os acompanha e apoia. Um fim-de-semana inteiramente ligado ao desporto, onde prevalece o espírito de equipa, entreajuda, partilha, aprendizagem e muita boa disposição.
É isto que nós podemos assegurar... Um fim-de-semana excelente!
Durante todo o Training Camp irá sentir a essência de ser um ciclista profissional. Terá apenas que se preocupar em pedalar e em relaxar… o restante fica a cargo dos elementos do staff: a mecânica, os abastecimentos, percursos, recuperação… tudo é pensado ao mínimo pormenor para que o seu fim-de-semana seja perfeito!
Poderá participar sozinho, ou na companhia de que o apoia. Este evento prevê a possibilidade de incluir a sua família, integrando-a também noutras atividades desportivas.
Decidimos desafia-lo com o 8º TRAINING CAMP da BIKETREINO.
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“Pelotão nacional com pouca margem/Lusos com dificuldades no Algarve”

Por: Ana Paula Marques
Foto: Sandra Sousa Santos
Perante o "melhor pelotão de sempre", como definiu Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa (FPC), que hipóteses têm as equipas nacionais na Volta ao Algarve que arranca amanhã? A história diz que foi há 10 anos que se registou a última vitória de um português, coincidindo ser também a última de uma formação do pelotão nacional. João Cabreira fê-lo com a camisola da Maia.
Os diretores-desportivos portugueses são unânimes em enaltecerem a presença dos melhores em Portugal, reconhecendo, no entanto, as limitações das suas equipas, não só face às diferenças de orçamento e plantel, mas também porque as equipas do World Tour têm a preparação muito mais avançada, tendo inclusive já competido este ano.
Curiosa é a opinião de Vidal Fitas, diretor do Sporting-Tavira, que recusa o discurso dos coitadinhos. "As equipas portuguesas têm de se organizar de outra maneira. Ou apanham o autocarro ou ficam em terra. O facto de termos menos recursos não quer dizer que não possamos fazer as coisas. Muitos dos portugueses que estão no estrangeiro devem-no em parte à Volta ao Algarve."
"É sempre bom para a modalidade, para o público e a prova em si termos este nível. Se é mau para as equipas portuguesas? Depende dos objetivos de cada uma", referiu por sua vez Nuno Ribeiro, diretor-desportivo do W52-FC Porto.
Os portugueses que nos últimos anos mais perto estiveram da vitória no Algarve são então ciclistas que correm no estrangeiro: Rui Costa, em 2014, e Tiago Machado, o ano passado, terminaram ambos no terceiro lugar.
Fonte: Record on-line

“Prémio Prestígio para Contador, Boonen e Cancellara”

Foto: DR
A organização optou por partilhar o ‘galardão’, que é uma das grandes novidades desta edição, entre três das suas maiores figura.
O primeiro Prémio Prestígio da Volta ao Algarve em bicicleta será atribuído ‘ex aequo’ ao espanhol Alberto Contador (Tinkoff), ao belga Tom Boonen (Etixx-QuickStep) e ao suíço Fabian Cancellara (Trek-Segafredo), informou hoje a organização.
O Prémio Prestígio, que estava previsto ser entregue na quarta-feira, antes do arranque da primeira etapa, a um ciclista que, pelo seu palmarés e historial no pelotão, prestigia a corrida com a sua presença, vai ser outorgado apenas no domingo, último dia da 42.ª edição.
A organização optou por partilhar o ‘galardão’, que é uma das grandes novidades desta edição, entre três das suas maiores figuras: Contador, vencedor de sete ‘grandes’ Voltas e da prova portuguesa em 2009 e 2010, e Boonen e Cancellara, os dois maiores especialistas em clássicas no pelotão internacional.
A Volta ao Algarve arranca na quarta-feira em Lagos e termina no domingo no alto do Malhão (Loulé), que vai consagrar o sucessor do britânico Geraint Thomas (Sky).
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Cavendish faz dupla com Wiggins nos Mundiais de ciclismo de pista”

A prova realiza-se entre 2 e 6 de março no velódromo de Londres
Foto: CLAUDIO PERI / EPA
O ciclista Mark Cavendish foi selecionado para a seleção britânica que vai participar nos Mundiais de pista, formando dupla com Bradley Wiggins na disciplina de madison, anunciou esta terça-feira o selecionador Shane Sutton.
O velódromo de Londres, onde a competição se vai realizar, entre 2 e 6 de março, vai assistir à reedição da dupla que conquistou o título mundial de madison em 2008, numa espécie de ensaio para os Jogos Olímpicos que se vão disputar este ano, no Rio de Janeiro.
“Estamos a atravessar um bom momento e a equipa que foi selecionada [para os Mundiais de pista] será praticamente a mesma que vamos levar ao Rio”, assinalou Sutton, antecipando a participação no maior evento desportivo mundial.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Michal Kwiatkowski é baixa de última hora por doença”

De fora ficou também Gustavo Veloso, o vencedor da Volta a Portugal, que iria liderar a W52-FC Porto no regresso dos ‘dragões’ à estrada.
Foto: Lusa
O ciclista polaco Michal Kwiatkowski, vencedor da Volta ao Algarve em 2014, não vai alinhar na 42.ª edição por estar doente, informou hoje a Sky.
O antigo campeão mundial, que em 2015 foi segundo atrás de Geraint Thomas, com quem este ano iria partilhar a liderança da Sky, é uma baixa de última hora na 42.ª Volta ao Algarve.
A desistência de Kwiatkowski deixa a Sky, que tem a responsabilidade de defender o título, com apenas sete ciclistas, o mesmo número de corredores da Astana, que também registou uma baixa no alinhamento previsto.
Outro dos nomes sonantes que não surge na lista de inscritos da ‘Algarvia’ é o norte-americano Andrew Talansky (Cannondale). No sentido oposto, a Katusha reforçou o seu conjunto, apresentando o russo Ilnur Zakarin, o candidato da equipa à Volta a Itália.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Joaquim Rodríguez sentiu-se indisposto mas deve participar na prova”

O veterano espanhol não esteve presente na conferência de imprensa da Katusha
O ciclista espanhol Joaquim Rodríguez, a maior figura da Katusha, sentiu-se hoje indisposto durante o treino da equipa russa, mas deve alinhar na partida da Volta ao Algarve, na quarta-feira.
Esperado na conferência de imprensa da Katusha, que decorreu numa unidade hoteleira de Lagoa, o veterano espanhol não apareceu, com a sua ausência a ser justificada pelo diretor desportivo José Azevedo.
“Fomos treinar e no final do treino sentia-se indisposto. Queixou-se de dores de cabeça e de estômago. Não sabemos o que tem. À hora de almoço não se sentia mesmo bem, nem conseguiu almoçar. Esta a ser observado pelo médico, esperamos que possa alinhar [à partida da Volta ao Algarve]”, disse o português.
Azevedo contou que ‘Purito’, tal como os restantes elementos da equipa russa, chegaram na segunda-feira à noite ao Algarve, e que tudo estava normal até hoje de manhã.
“Começou a sentir-se estranho durante o treino”, explicou, salientando que espera que a indisposição de Rodríguez não signifique que não estará no arranque da primeira etapa, que na quarta-feira vai ligar Lagos a Albufeira, no total de 163,6 quilómetros.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa 

“Tiago Machado: "Põem 200 ciclistas a passar onde mal passa um carro"

A 42.ª edição da Volta ao Algarve arranca na quarta-feira e termina no domingo, com o vencedor a ser conhecido no alto do Malhão.
O português Tiago Machado (Katusha) criticou esta terça-feira o número excessivo de equipas na Volta ao Algarve, considerando que pode ser perigoso ter um pelotão de quase 200 ciclistas.
“Está aqui um pelotão muito numeroso, mais numeroso do que as nossas estradas permitem, mas assim a organização o entendeu. Põem 200 ciclistas a passar onde mal passa um carro. Às vezes, tanto querem fazer, que fazem mal. 18, 20 equipas era o ideal, 24 peca por excesso”, defendeu o terceiro classificado da última edição, numa conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Lagoa.
Tiago Machado não vê como problema a participação das seis equipas nacionais – “eles são profissionais como nós” -, mas sim os 192 corredores que estarão nas estradas algarvias entre quarta-feira e domingo.
“Para esta prova, 24 é de mais. Com menos, o risco de quedas era menor”, completou.
O português da Katusha recusou assumir o seu favoritismo ao triunfo final – “Eu não assumo nada. Assumi a paternidade do meu filho, porque é a minha fotocópia” -, mas foi dizendo que está na ‘Algarvia’ para fazer melhor do que nos anos anteriores.
“É um percurso que se adapta mais a mim, se eu estiver bem. Se for a olhar para o peso, a condição esta igual. Mas não há anos iguais. Trabalhei para chegar aqui no pódio. Vamos tentar fazer a corrida para ganhar, porque onde está a Katusha é para ganhar”, admitiu.
Ao seu lado, o diretor desportivo José Azevedo corroborou esta versão: “Olhando ao perfil da corrida, trazemos corredores mais focados na montanha. Nós vamos às corridas para correr. Independentemente do resultado final, vamos às corridas para lutar pela vitória final. Os ciclistas da Katusha sabem que têm de lutar pela vitória ou pelo melhor resultado possível”.
O português, que vai comandar a formação russa no Algarve, apontou Tiago Machado como um dos líderes, a par do estónio Rein Taaramae, mas não excluiu Joaquim Rodríguez e Ilnur Zakarin da luta pelos primeiros lugares.
Questionado sobre a distância das etapas, duas das quais com quase 200 quilómetros, Azevedo considerou que essas tiradas serão uma boa preparação para as clássicas.
“Eu acho que as corridas são feitas para se correr, não para treinar. Muitas vezes dizem que as equipas do WorldTour vêm a Portugal para treinar. É um erro. Podem vir cá com outro líder, mas a figura trabalha para a equipa. Muitos corredores que saem daqui vão fazer as clássicas e fazer uma etapa de 200 quilómetros não retira competitividade à prova, no seu global. Se fosse diariamente, a corrida teria de ser gerida de outra forma. Se fizermos alguma de 200 não vejo nenhum problema, sobretudo se for plana. Penso que para cativar os corredores das clássicas é uma boa opção”, analisou.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Bryan Coquard internado com ferimentos graves”

Francês falha duas provas para as quais estava inscrito
Foto: SYLVAIN THOMAS
O ciclista francês Bryan Coquard (Direct Energie) foi esta terça-feira hospitalizado em Espanha com ferimentos “relativamente graves”, na sequência de uma queda durante um treino, anunciou hoje a equipa.
“Vão ser feitos exames complementares para avaliar com precisão a extensão dos ferimentos, mas parecem ser graves”, indicou a equipa francesa em comunicado.
O documento refere que o ‘sprinter’, de 23 anos, não irá participar na Volta à Andaluzia, que começa esta quarta-feira, e na prova Paris-Nice, a disputar entre 06 e 13 de março
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Campeonato do Mundo de 24H Solo de BTT, na Nova Zelândia”

Pedro Maia em busca de novo título
Por: Patrícia Soares
Pedro Maia participa, a 20 e 21 de fevereiro, no Campeonato do Mundo da WEMBO 24H SOLO, que decorre, em Rotorua, na Nova Zelândia, com o objetivo de conquistar mais uma vitória.
O atleta, que integra a classe mais de 55 anos, irá participar num dos mais conhecidos trilhos do mundo para a prática de BTT durante 24 horas consecutivas.,.
Apoiado pela Europ Assistance, Pedro Maia tem já diversos títulos no seu curriculum, nomeadamente o de Campeão no Campeonato do Mundo de 24 H Solo de BTT em 2014, de Campeão Europeu 24H Solo em 2013 e de Bi-Campeão Ibérico 24H Solo em 2010 e 2011.
Com 56 anos, o campeão de BTT conta com uma carreira de mais de 36 anos na área do fitness e do ciclismo.
Fonte: Europ Assistance Portugal

“42.ª Volta ao Algarve”

Pelotão de luxo pedala no Algarve até domingo
Um luxuoso pelotão de 190 corredores começa, nesta quarta-feira, a percorrer os 743,2 quilómetros que compõem a 42.ª Volta ao Algarve, que se disputa até domingo, ao longo cinco etapas.
A primeira tirada da prova arranca em Lagos, às 10h50 de quarta-feira, e termina, depois de ultrapassados 163,6 quilómetros, no centro de Albufeira, cerca das 14h50. Os sprinters são os protagonistas mais prováveis do primeiro dia, sendo de esperar uma luta a alta velocidade entre homens como André Greipel (Lotto Soudal), Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), Heinrich Haussler (IAM Cycling), Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), José Joaquín Rojas (Movistar), Phil Bauhaus (Bora-Argon 18), Jonas van Genechten (IAM Cycling) ou Dylan Groenewegen (Lotto NL-Jumbo).
A segunda jornada acolhe a etapa rainha da competição, 198,6 quilómetros, entre Lagoa (10h50) e o ponto mais alto do Algarve, a Fóia, no concelho de Monchique (16h00). A chegada, coincidente com uma contagem de montanha de primeira categoria, depois de ultrapassadas outras três subidas pontuáveis para a classificação dos trepadores, deverá dar a conhecer o momento de forma dos principais candidatos ao triunfo na Volta ao Algarve: Alberto Contador (Tinkoff), Fabio Aru (Astana), Joaquim Rodríguez e Tiago Machado (Katusha), Rigoberto Urán (Cannondale), Thibaut Pinot (FDJ), Ion Izagirre (Movistar), Geraint Thomas (Sky), Julián Arredondo e Fränk Schleck (Trek-Segafredo).
O terceiro dia será de acerto de contas por parte dos contrarrelogistas, que contam com um exercício individual de 18 quilómetros, com partida e chegada em Sagres. Os primeiros 4,5 quilómetros, mais técnicos, não deverão impedir os grandes especialistas presentes de conseguirem desempenhos de elevado nível. O vento, muitas vezes presente neste ponto do Algarve, vai endurecer a corrida. Os favoritos aos primeiros lugares na etapa são corredores do calibre de Fabian Cancellara (Trek-Segafredo), Tony Martin (Etixx-QuickStep), Nelson Oliveira, Alex Dowsett e Jonathan Castroviejo (Movistar), Tiago Machado (Katusha), Geraint Thomas (Sky), Luis León Sánchez (Astana), Rigoberto Urán (Cannondale), Matthias Brändle (IAM Cycling) e Jan Bárta (Bora-Argon 18).
Os sprinters voltam a ter uma oportunidade para testar a velocidade de ponta na quarta etapa, 194 quilómetros que levam o pelotão de S. Brás de Alportel até Tavira, local onde os protagonistas deverão ser os mesmos da primeira etapa.
Prevê-se emoção até ao último metro de corrida, já que a derradeira etapa, com início em Almodôvar e 169 quilómetros de estrada, termina no alto do Malhão, uma curta mas inclinada subida de segunda categoria. Quem almejar a camisola amarela Cyclin’Portugal vai ter de estar na dianteira nesta jornada.
Números da Volta ao Algarve
190 corredores, em representação de 24 equipas, 12 das quais de primeira divisão mundial
27 nacionalidades representadas no pelotão
4 ciclistas presentes são do top 10 internacional
25 corredores terminaram 2015 no top 100 do Mundo
9 elementos do pelotão são campeões nacionais em título
3 dos presentes já venceram a Volta ao Algarve: Alberto Contador (2009 e 2010), Geraint Thomas (2015) e Tony Martin (2011 e 2013)
105 jornalistas acreditados, oriundos de 12 países
Prémio Prestígio
A organização da Volta ao Algarve vai homenagear três dos corredores participantes com maior palmarés. Receberão o Prémio Prestígio, à partida para a última etapa, no domingo, Alberto Contador (Tinkoff), Fabian Cancellara (Trek-Segafredo) e Tom Boonen (Etixx-QuickStep).
Fonte: FPC