domingo, 31 de julho de 2016

“JÁ CONHECE OS PROJECTOS DA REVISTA NOTÍCIAS DO PEDAL”

Agora com o novo espaço dedicado à mulher “Pedal Feminino”

Já conhece os nossos projectos, ainda não!!!

Então consulte, leia, divulgue, participe, estamos abertos a novas opiniões, divulgamos o seu evento gratuitamente, publicamos a sua notícia, seja repórter na sua região, nós temos o espaço para publicar tudo sobre a bicicleta, faça-nos chegar a sua notícia, nós tratamos do resto.

Todas as notícias e informações devem ser enviadas para o nosso mail em: noticiasdopedal@gmail.com 


“OS NOSSOS PROJECTOS”

Revista Mensal, um resumo de todas as notícias das diversas modalidades no final de cada mês, entre outras novidades, consulte em: www.noticiasdopedal.com


Blogue Diário Notícias do Pedal, as mais diversas notícias e as divulgações dos eventos, diariamente ao final do dia, com ligação direta às redes sociais, Facebook e Twitter, divulgando e expandindo ao máximo, todas as notícias, consulte em: http://revistanoticiasdopedal.blogspot.pt/


Notícias do Pedal TV, o nosso canal de televisão com os melhores momentos do cicloturismo, entre outros, apenas para quem possui MEO, consulte em: Meo/Kanal Posição: 531450


Notícias do Pedal TV no You Tube: o nosso canal de televisão na internet, para quem não possui MEO, pode assistir à nossa programação através do You Tube, consulte em: https://www.youtube.com/user/noticiasdopedaltv/videos?sort=dd&view=0&shelf_id=0


Pedal Feminino, um espaço dedicado a todas as mulheres, um Blogue atualizado regularmente, com ligação direta às redes sociais, Facebook e Twitter, aqui a Mulher é Rainha, leia, divulgue, participe, esperamos notícias vossa sobre o Sexo Feminino, um espaço que fazia falta, numa altura em que cada vez vimos mais mulheres a pedalar, seja como lazer, ou em competição, consulte em: http://opedalfeminino.blogspot.pt/

“Nova edição da Revista Notícias do Pedal”

Já está on-line mais uma edição da “Revista Notícias do Pedal”, a edição de novembro número 251, contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, mensalmente pode ser visualizada a nossa revista em: www.noticiasdopedal.com

“Volta Portugal/Jóni Brandão ataca toda a subida à Sra. da Graça”

Grande exibição da EFAPEL nas montanhas transmontanas

No grande desafio com quase 200 quilómetros que ligou Bragança ao Alto da Senhora da Graça, a EFAPEL foi a grande protagonista no ataque ao camisola amarela e a formação que mais fez para encurtar a diferença para o líder. No final, e depois de um extraordinário trabalho de todos os elementos, Jóni Brandão protagonizou uma das melhores subidas dos últimos anos ao topo do Monte Farinha e acabou no terceiro posto. Com este resultado, ocupa o último lugar do pódio e está um pouco mais perto da amarela.

O dia de hoje foi muito duro. Não tanto pelas temperaturas, que estiveram ligeiramente mais baixas, mas porque a distância era grande e havia quatro montanhas para ultrapassar, duas delas de primeira categoria. Na equipa, havia que procurar encurtar a distância para o camisola amarela. Os corredores interiorizaram bem a mensagem e trabalharam unidos para colocar Jóni Brandão nas melhores condições para atacar a derradeira ascensão.

O líder da equipa não se fez rogado e logo no início da subida desferiu o primeiro ataque. Sem outros interessados em baixar a desvantagem para o camisola amarela, Jóni Brandão pedalou sempre com o intuito de diminuir esse fosso e no final, não só subiu na classificação como ficou mais perto do líder. Destaque, também, para Henrique Casimiro que chegou no grupo perseguidor e fez sexto.

“Entrámos para esta etapa mais uma vez com o objectivo a que nos propusemos para esta Volta a Portugal, que foi tentar vencê-la. Endurecemos a corrida. Fizemos tudo o que tínhamos a fazer. Podíamos, porventura, vencer a etapa, mas esse não era o nosso objectivo. Estivemos concentrados no que pretendemos no final, que é vencer a prova”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Amanhã, o pelotão da Volta a Portugal desce mais um pouco na geografia do país. Os ciclistas partem de Lamego às 13h10 e pedalam 153,2 quilómetros até Viseu num dia que se antevê, mais uma vez, bastante exigente. Para além das habituais três metas volante, há cinco contagens de montanha. Três são de quarta categoria, uma é de segunda e há uma de primeira na Serra de São Macário. A chegada a Viseu está prevista para um intervalo temporal entre as 17h20 e as 17h40.

Classificação na 4ª etapa da Volta a Portugal

    Gustavo Veloso        W52/FC Porto        5h12m24s

    Daniel Silva            R. Popular/Boavista    a 5s

    Jóni Brandão            EFAPEL        a 12s


    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 35s

46º    Rafael Silva            EFAPEL        a 13m37s

47º    Filipe Cardoso        EFAPEL        mt

48º    Daniel Mestre            EFAPEL        mt

106º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 29m08s

118º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 35m17s

123º    António Barbio        EFAPEL        mt

 

Classificação individual após a 4ª etapa da Volta a Portugal

    Rui Vinhas            W52/FC Porto        17h42m58s

    Gustavo Veloso        W52/FC Porto        a 2m48s

    Jóni Brandão            EFAPEL        a 3m04s


    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 3m49s

34º    Daniel Mestre            EFAPEL        a 16m17s

38º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 18m25s

80º    Rafael Silva            EFAPEL        a 46m40s

92º    António Barbio        EFAPEL        a 1h00m56s

106º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 1h16m54s

115º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 1h20m38s

Fonte: Efapel

 

“Volta Portugal/Antigo ciclista é o 'médico de família' do pelotão”

Foto: Nuno Veiga

A Volta a Portugal emprega meios diferentes das outras provas nacionais e que são alterados em função do perfil da etapa.

O antigo ciclista Vasco Costa é um dos médicos oficiais da 78.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, a experiência de pelotão facilita o trabalho, numa corrida atípica e recheada de quedas.
“Tem sido uma Volta atípica. Por norma, o pelotão está mais nervoso nos primeiros dias, porque atinge velocidade mais alta, os corredores estão com mais força, mas espero que normalize entretanto, quando as equipas começarem a controlar mais a corrida com a definição das posições na geral”, afirmou Vasco Costa, que, aos 33 anos, cumpre a sua quinta Volta.
A atipicidade da corrida é justificada pelo clínico com a abundância de quedas, que já afetaram, por exemplo, os chefes de fila do Sporting-Tavira, Rinaldo Nocentini, e da Rádio Popular-Boavista, Rui Sousa, que continuam na corrida, ao contrário do dinamarquês Frederik Zeuner (Christina Jewelry), cuja indicação médica ditou o seu abandono.
“O corredor tinha um golpe muito profundo e muito sangrante na asa do nariz, que nós não conseguíamos estancar. Sugerir a desistência é a última coisa que fazemos e apenas quando não conseguimos resolver no momento a situações ou porque suspeitamos que é algo mais grave”, explicou.
Feito o diagnóstico e esgotadas as tentativas de cura, um dos dois médicos da Volta explica o sucedido e tenta um acordo com o diretor desportivo da equipa do acidentado para o encaminhamento para uma unidade de saúde.
“Temos de gerir várias coisas, porque sempre que transportamos um atleta ao hospital ficamos sem uma ambulância e se uma corrida ficar sem as três que seguem na caravana tem de ser imediatamente interrompida”, referiu, ressalvando que tal nunca ocorreu numa prova em que trabalhasse.
Este exercício de gestão de meios levou Zeuner ao hospital de Braga, apesar de Guimarães ficar mais próximo, para que a ambulância pudesse acompanhar a parte final da etapa, e para que o corredor ficasse mais perto do local onde a equipa estava alojada nesse dia.

A Volta a Portugal emprega meios diferentes das outras provas nacionais e que são alterados em função do perfil da etapa, como é o caso da de hoje, com a subida à Senhora da Graça, em Mondim de Basto. Além das três ambulâncias, a caravana conta com dois carros médicos e dois enfermeiros, normalmente um no carro médico que segue na frente e outro na ambulância da retaguarda – é este enfermeiro que acompanha o acidentado ao hospital.

“A experiência que tinha do pelotão é muito importante, se a medicina desportiva é diferente da clínica geral, acho também que um médico de ciclismo é muito diferente dos restantes desportos. Aliás, acho que mais nenhum desporto obriga à assistência em andamento”, sublinhou Vasco Costa, acrescentando que os restantes elementos da sua equipa têm mais experiência de provas, mas não como praticantes.
O médico vai entretanto abandonar a Volta a Portugal, para “concretizar o sonho” de estar nos Jogos Olímpicos, integrando a organização, após a decisão “na brincadeira” de avançar para uma candidatura. Foi aceite e Vasco Costa segue para o Rio2016 juntamente com o motorista e um enfermeiro.

“Formamos uma equipa dinâmica, acho que foram fatores tidos em conta pela organização, e, claro, é a oportunidade de concretizar o sonho de estar no maior evento desportivo, algo que não consegui como atleta. Não deixamos a prova de maior carisma do país de ânimo leve, mas temos plena confiança na equipa que fica. O pelotão fica bem entregue”, rematou.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Gustavo Veloso na Sra. Graça à procura do “Tri”

Ataquei sem prejudicar o Vinhas”


A subida à Sra. da Graça, em Mondim de Basto, continua a fazer as delícias dos amantes do ciclismo e este domingo, mais uma vez, assistiu-se a uma etapa de grande nível da 78ª Volta a Portugal Santander Totta com uma autêntica romaria espalhada Monte Farinha acima.


Gustavo Veloso foi o “Homem do Dia” com uma ponta final muito forte ao atacar a 475 metros da meta deixando para trás Jóni Brandão (Efapel) e Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista) que estava isolado na frente. Na meta, Veloso foi mais rápido cinco segundos que o axadrezado enquando Jóni gastou mais 12 segundos. Com o triunfo, o vencedor da Volta das duas últimas edições ficou mais próximo do “tri”. O galego subiu ao segundo lugar da classificação e ficou a 2 minutos e 48 segundos do companheiro de equipa Rui Vinhas, líder da competição, que cruzou a linha de meta na quinta posição, a 35 segundos.


“Eu sabia que o Jóni Brandão e outros tinham de atacar para ganhar tempo ao Rui”, começou por explicar Gustavo Veloso.“Estive sempre a calcular a distância para saber exatamente onde atacar para poder ganhar, mas sem prejudicar o Rui Vinhas”, disse o homem da W52-FC Porto aproveitando para esclarecer que, independentemente do resultado de cada um, o mais importante é a Camisola Amarela ficar na equipa.


A vitória de Veloso, para além de o catapultar para a segunda posição, permitiu-lhe vestir a Camisola Verde Rubis Gás da classificação por pontos. Na geral Jóni Brandão é agora terceiro com mais 3 minutos e 4 segundos que o líder. Com os pontos amealhados na contagem de montanha de 1ª categoria na Barragem de Alvão, César Fonte (Rádio Popular-Boavista) manteve-se na frente do Prémio da Montanha e continua a envergar a Camisola Azul Liberty Seguros. A Rádio Popular-Boavista, que esteve perto da vitória na mítica subida da Sr. da Graça com Daniel Silva, tem o melhor jovem em prova, Vitor Etxebarria, que vestiu a Camisola Branca RTP.


Sobe e desce até à Sra. da Graça


Bragança, à partida desta etapa número 4, marcou a despedida de Trás-os-Montes na Volta 2016 e abriu caminho à segunda tirada mais longa com 191,9 Km, num autêntico sobe e desce até a Mondim de Basto. Com 37 km de prova, dois homens decidiram sair do grande grupo. Domingos Gonçalves (Caja Rural) e Yannis Yssaad (Armée de Terre) conseguiram ganhar uma vantagem que quase atingiu os  10 minutos, mas ao fim de 120 Km, na descida do Alvão, após o Prémio de Montanha de 1ª categoria, o francês caiu e deixou isolado o homem da Caja Rural que acabou por ser alcançado pelo pelotão, comandado pela Efapel, perto do centro de Mondim de Basto, onde começou o verdadeiro espetáculo até ao alto do Monte Farinha.


Quem é Gustavo Veloso?
Nasceu em Villagarcia de Arosa, na Galiza, tem 34 anos, é casado e pai de dois filhos. Começou a pedalar aos 18 anos. Em 2000 veio para Portugal representar o Boavista. Veloso passou depois pela equipa Relax-Bodisol e mais tarde pela Kaiku e Xacobeo-Galicia. Esta última desapareceu e o galego ficou desempregado. Passou pela Andalucia, mas o azar bateu novamente à porta, quando a equipa terminou. Em 2013 começou a segunda fase da carreira em Portugal… na OFM-Quinta da Lixa.


Dia de Descanso segue dentro de momentos


Ultrapassados dois dias de intensas emoções desportivas, o pelotão segue esta 2ª feira, 1 de agosto, em direção à jornada de descanso. Lamego regressa à Volta, cinco anos depois, para receber a partida da 5ª etapa, a mais pequena deste ano, marcada para as 13h10. Até à animada Avenida Europa, em Viseu, serão percorridos 153,2 Km, com as complicadas travessias da serra de São Macário e Arada.

Fonte: Podium

sábado, 30 de julho de 2016

“Continuamos em alta nas audiências…”

Texto: José Morais

Foto: Arquivo Notícias do Pedal

No dia que fazemos 17 anos de existência, nada mais nos satisfazia com a estatística da nossa página do Facebook, e com os resultados da última semana.

Assim, ficam os resultados:

Visitas na página, aumentou em 130,6%.

Alcance total da semana aumentou em 1015,7%.

Pessoas envolvidas aumentou em 5250.0%.

Número total de gostos da página aumentou em 1,5%.

Apenas temos de agradecer a preferência, agradecendo com um obrigado a todos.

“ACP…É a favor ou contra as bicicletas…”

Texto: José Morais

Fotos: Arquivo Notícias do Pedal

Tudo começou em 2012 com criticas de Carlos Barbosa, presidente do ACP-Automóvel Clube de Portugal aos ciclistas, e às vias criadas, para os mesmos poderem circular com mais segurança, chegando mesmo por certas palavras, a incentivar os automobilistas, a irem para cima dos ciclistas, dando-lhes o menor espaço possível para circularem.

Vem depois Carlos Barbosa a dizer que; “A falta de cautela é de quem se diz vítima (0 ciclista), afirmando ainda Carlos Barbosa, que as autarquias não têm verbas para criar ciclovias e que as cidades portuguesas não são ideais para andar de bicicleta, que os ciclistas têm que respeitar o código da estrada e ter atenção ao ambiente automóvel”.

Por fim ainda diz; Os nossos ciclistas não têm noção do ambiente rodoviário, são ciclistas de fim-de-semana que, de vez em quando, tentam ser ecologistas durante a semana e pensam que podem andar por onde querem".

Em 2013 Carlos Barbosa volta novamente á carga com os ciclistas, a aprovação do novo código da estrada, onde o ciclista passa a ter mais defesa, é para o presidente do ACP uma dor de cabeça, e volta novamente a atacar os ciclistas ou utilizadores de bicicleta, e com a entrada do mesmo em 2014, Carlos Barbosa desta vez tenta a obrigatoriedade do seguro para bicicletas, mas em nada resultou.

Ofensas, e ataques às bicicletas da parte do ACP, mas os mesmos perdem força, e em 2015 lança uma campanha, “Nós partilhamos a estrada”, oferecendo autocolantes aos sócios para colocarem nos espelhos dos automóveis, com objetivo de não perderem de vista os mais vulneráveis (ciclistas).

Mas o mais caricato, quando se estava contra as bicicletas e os ciclistas, esquecendo o presidente do ACP que muitos dos seus associados também são ciclistas, lança agora mais uma beneficie aos seus sócios, e quem andam de bicicleta, um serviço de assistência em viagem, onde a bicicleta está incluída.

Ora se foi andar de bicicleta e é sócio do ACP, numa área de 50 quilómetros da sua resistência, sempre que pedale, e onde seja acessível ao trânsito automóvel, com exceção para os furos, o ACP leva-o a casa a si e á sua bicicleta, utilizando assim a assistência grátis.

Mas, se pensam que isto fica por aqui, ainda temos mais uma, o ACP é a assistência oficial da 78ª Edição da Volta a Portugal em Bicicleta, marcando presença na prova mais importante do ciclismo nacional.

Agora digam lá, isto dá para pensar, não dá, afinal o “ACP…É a favor ou contra as bicicletas…”

“Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros”

Não há duas sem três para João Almeida

João Almeida (Bairrada) subiu hoje ao pódio como vencedor da 11.ª Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros, depois de ganhar as três etapas da competição.

Hoje, na ligação de 110,3 quilómetros entre Boticas e Macedo de Cavaleiros, João Almeida fez o mesmo que nas tiradas anteriores: atacou e ninguém foi capaz de o deter. Quem esteve mais próximo de o conseguir foi o espanhol Alejandro Ropéro (RH+ Polartex/Fundación Contador), que apenas perdeu a roda nas últimas centenas de metros, acabando a etapa a 5 segundos do camisola amarela. O terceiro foi outro ciclista da equipa de formação financiada por Alberto Contador.

A etapa deste sábado foi, mais uma vez, marcada por um calor muito intenso e por um terreno de constante sobe e desce. Daí que o pelotão se foi desmantelando desde o início. Foi, no entanto, na serra de Bornes que se deram as movimentações decisivas. A subir fez-se a seleção e a descer surgiu o ataque surpresa de João Almeida.

“Sabia que os adversários não estavam à espera de um ataque na descida e saí para os surpreender. Estou muito feliz com este resultado. Nunca esperei ganhar as etapas todas, embora viesse para a prova com intenção de disputar a geral, tal como o meu companheiro Daniel Viegas. Agradeço-lhe a ele e a toda a equipa pelo trabalho que fizeram por mim, assim como agradeço todo o apoio da minha família”, afirmou João Almeida no final da corrida.

O corredor natural das Caldas da Rainha concluiu a Volta a Portugal de Juniores com 45 segundos de vantagem sobre Alejandro Ropéro e com 1m26s face a Pedro Lopes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), que o acompanharam no pódio.

João Almeida foi também o vencedor da classificação por pontos, enquanto Pedro Lopes conquistou a classificação da juventude e Tomeu Gelabert sagrou-se rei dos trepadores. A RH+ Polartex/Fundación Contador impôs-se por equipas.

Fonte: FPC

“Volta Portugal/De ardósia na mão guiam o pelotão”

Xana e Rita confiam plenamente nos motards que as transportam. O problema mesmo é o calor

Por: Ana Paula Marques

Foto:  Luís Vieira 

A Volta a Portugal também se faz no feminino. Há mulheres a distribuir beijinhos no pódio, no staff da organização, na comunicação social e até no pelotão. Não, a Rita Teixeira e a Xana Esteves não pedalam, seguem antes na caravana de moto. São comissárias e este ano surgiu a oportunidade de fazer a prova rainha numa outra função, levando as ardósias. Ou seja, são elas que vão dando indicações aos ciclistas sobre a situação de corrida, por exemplo, quanto tem de vantagem uma fuga. Há sempre riscos inerentes a uma prova de bicicletas e numa altura em que os acidentes envolvendo veículos, nomeadamente as motos, estão na ordem do dia.

"Confio plenamente no motard que me conduz", frisou Xana Esteves, 26 anos. "A organização disse-nos logo que os motards eram muito experientes. Temos de deixar o risco em casa", sublinhou por sua vez Rita Teixeira, três anos mais velha que a colega. "Quando for para descer a Serra da Estrela nem haverá certamente tempo e oportunidade para dar os tempos. Temos de dar espaço aos ciclistas", acrescentou Xana Esteves.

O calor tem sido nos primeiros dias, com temperaturas a chegarem quase aos 40 graus, um dos grandes problemas. É que Rita e Xana vão vestidas até ao pescoço, com fatos de quem parece estar a disputar um Dakar. Mas os compromissos com o patrocinador assim o obrigam.

O começo de tudo

Ambas são comissárias; Rita, que já foi jornalista e que agora é bancária – "mas não banqueira", brinca –, é-o há seis anos; Xana, auxiliar de ação educativa começou mais cedo, há oito. "O meu pai foi ciclista, mas não cheguei a vê-lo correr. Não, penso que o ciclismo está no sangue, nasce connosco. Comecei por fazer uma formação de ciclismo e pista", explicou Rita Teixeira.

"A minha mãe pertencia à organização do GP Torres Vedras e aos 14 anos já era menina do pódio. O meu pai também é comissário", destaca Xana Esteves, que através do ciclismo viria a conhecer o namorado, o ciclista Fábio Silvestre, da Leopard.

Respeito mútuo por cada função

Como comissárias, Rita e Xana já tiveram outras funções no pelotão que não a ardósia. Mas seja ela qual for , não tem havido problemas num ‘mundo’ dominado por homens. "Os ciclistas respeitam-nos muito. Houve uma vez que um deles teve uma reação mais a ‘quente’, mas no dia seguinte desculpou-se", explicou Xana. "Acima de tudo há um grande respeito pelas funções de cada um e nós também percebemos quando as coisas são ditas com os nervos à flor da pele", frisa Rita.

Sonho do Tour mas com os pés no chão

Isabel Fernandes e Paula Martins são as únicas comissárias portuguesas internacionais e ambas estão no Rio’2016. A primeira como principal responsável pelas provas; a segunda integrando o Colégio de Comissários. E sonham a Rita e a Xana chegar a um Tour ou Jogos Olímpicos? "Gosto muito de saber o chão que piso", destacou a segunda. "Não escondo que gostava de fazer uma Volta a França, mas também sou muito terra a terra", disse Rita.

Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/EFAPEL supera calor transmontano e continua na luta”

Líder Jóni Brandão mantém-se no lote dos favoritos

Uma etapa louca que ligou Montalegre a Macedo de Cavaleiros provocou tremendas mudanças na Volta a Portugal em Bicicleta mas mantém a equipa EFAPEL na luta pela camisola amarela. Uma fuga que chegou a ter dez minutos de vantagem acabou por vingar e Daniel Mestre, que até ao fim do dia de hoje era o primeiro classificado, ocupa, agora, a segunda posição atrás de Rui Vinhas. O chefe de fila da formação liderada por Américo Silva, Jóni Brandão continua entre o lote dos favoritos.

O ritmo deste quarto dia de competição foi diabólico. Com temperaturas a rondar os 40 graus centígrados, os ciclistas pedalaram nas primeiras duas horas de corrida a mais de 46 quilómetros por hora. Houve muitos ataques. Fugas formadas e a EFAPEL trabalhou praticamente sozinha para controlar uma etapa fora do comum. Entretanto, e como mais ninguém assumia a vontade de lutar pela Grandíssima, Américo Silva optou por fazer poupar um pouco as forças dos seus corredores. Estes mostraram uma grande entreajuda, com o próprio Jóni Brandão a ir ao carro buscar abastecimento para os colegas se manterem hidratados.

Com os fugitivos a distanciarem-se, a EFAPEL voltou ao controlo do pelotão e os ciclistas pedalaram freneticamente para encurtar bastante a diferença, e conseguiu diminuir a distância para os que seguiam na frente. No final, Daniel Mestre entregou a camisola amarela mas a formação está bem posicionada para discutir a Grandíssima até ao fim.

“A etapa correu mais ou menos dentro do que era previsível. Nós não queríamos manter a amarela na nossa posse. Mas sempre pensámos que havia equipas que, como ainda não fizeram muito nesta Volta a Portugal, tentassem aproveitar a oportunidade. Não foi o que aconteceu. Neste momento, há duas equipas que já foram líderes e venceram etapas, a EFAPEL e o FC Porto. Quanto às nossas expectativas e aos nossos objectivos para a classificação geral, ainda se pode dizer que estão intactos”, afirmou o director desportivo da EFAPEL.

Certo é que a etapa que em teoria seria tranquila, mudou muita coisa e a Volta a Portugal está extremamente interessante. Amanhã realiza-se mais uma jornada dura com a clássica chegada à Senhora da Graça, em Mondim de Basto. As temperaturas vão manter-se altas e os corredores vão pedalar 191,9 quilómetros após a partida de Bragança. Será um dia bastante duro com três metas volante e quatro contagens de montanha. As duas primeiras são de terceira categoria e as restantes são de primeira.

 

Classificação na 3ª etapa da Volta a Portugal

    William Clarke            Drapac            3h49m50s

    Marco Frapporti        Androni Giocattoli    a 2s

    Benjamim Thomas        Armée de Terre    a 54s


15º    Jóni Brandão            EFAPEL        a 4m45s

33º    Daniel Mestre            EFAPEL        mt

47º    Henrique Casimiro        EFAPEL        mt

72º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 5m43s

74º    Rafael Silva            EFAPEL        a 7m08s

85º    Nuno Almeida        EFAPEL        mt

92º    António Barbio        EFAPEL        a 13m17s

    Álvaro Trueba        EFAPEL        mt

 

Classificação individual após a 3ª etapa da Volta a Portugal

    Rui Vinhas            W52/FC Porto        12h29m59s

    Daniel Mestre            EFAPEL        a 3m19s

    José Gonçalves        Caja Rural        a 3m21s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 3m31s

29º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 3m49s

42º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 5m23s

81º    António Barbio        EFAPEL        a 26m14s

90º    Rafael Silva            EFAPEL        a 33m38s

97º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 42m12s

118º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 52m05s

Fonte: Efapel

“Volta Portugal/Dragão Amarelo em Macedo de Cavaleiros”

“Assumi sozinho as despesas da perseguição com o objetivo de “sacar” o máximo tempo possível


William Clarke venceu, este sábado, a 3ª etapa da 78ª Volta a Portugal Santander Totta, após um dia de surpresas que “abanou” a Classificação Geral e levou Rui Vinhas (W52-FC Porto) à liderança. A chegada em Macedo de Cavaleiros foi protagonizada, no primeiro momento, por apenas dois homens que chegaram isolados com quase um minuto de vantagem, sorrindo o triunfo ao australiano da Drapac que se impôs a Marco Frapporti, o italiano da Androni Giocattoli-Sidermec.


Os dois protagonizaram uma fuga de mais de 80 quilómetros que chegou a ultrapassar 10 minutos de vantagem. Tratando-se de homens que estavam muito atrasados na classificação geral quem mais beneficiava era Rui Vinhas que no grupo perseguidor, com seis elementos, era o melhor classificado. A grande diferença fez suar os alarmes no pelotão com a Efapel preocupada em reduzir ao máximo o “fosso” que havia para o grupo perseguidor e no fim, quando quis correr atrás do prejuízo, já era demasiado tarde. O conjunto perseguidor concluiu a etapa com mais 54 segundos e Vinhas tornou-se o novo Camisola Amarela Santander Totta. A liderança do comandante da Volta é agora de 3 minutos e 13 segundos sobre Daniel Mestre (Efapel) que baixou ao segundo lugar. O pelotão, onde chegou integrado o anterior líder, terminou a etapa 4 minutos e 45 minutos depois.


“Assumi sozinho as despesas da perseguição com o objetivo de “sacar” o máximo tempo possível”, afirmou, tranquilo, Rui Vinhas apesar de estar a viver um momento de intensas emoções. A nova contabilidade da prova pode ser um problema para o diretor desportivo da W52-FC Porto que tinha apontado Gustavo Veloso para vencer esta edição da Volta a Portugal. Nuno Ribeiro esclareceu as dúvidas: “O objetivo da equipa é vencer a Volta a Portugal, o Gustavo Veloso continua a ser a nossa aposta, mas não vamos queimar o Rui Vinhas.” José Gonçalves (Caja Rural) mantém-se no pódio com o terceiro lugar, a 3 minutos e 14 segundos de Rui Vinhas.


Dia nervoso em Trás-os-Montes

Montalegre, que nos últimos dois anos emprestou a Serra do Larouco para chegadas em alto na Volta a Portugal, foi este sábado ponto de partida para os 158,9 Km da terceira etapa. Foi grande o nervosismo no início da tirada por dois grandes motivos: a luta pelas bonificações nas metas volantes e pela classificação da montanha, que tinha duas contagens de segunda categoria. Após esta etapa a Camisola Azul Liberty Seguros passou a pertencer a César Fonte (Rádio Popular-Boavista). Após a vitória na etapa, William Clarke tornou-se o homem mais regular em prova e vestiu a Camisola Verde Rubis Gás. O colombiano Diego Ochoa (Boyaca) continua a ser o melhor jovem em competição e veste a Camisola Branca RTP.
 

Quem é William Clarke?
Nasceu no “País dos Cangurus” a 11 de abril de 1985. Profissional desde 2010, este australiano de 31 anos começou a carreira na Team Leopard-Trek. Desde aí esteve na Champion System Pro e Argos-Shimano, até chegar, em 2014, à atual equipa, a francesa Drapac. Para além da vitória deste sábado, William Clarke já acrescentou ao palmarés, esta temporada, uma vitória na Herald Sun Tour, duas na Volta a Taiwan e outra na Volta à Austrália.


Uma etapa com Graça 


Depois de Trás-os-Montes, a Volta sobe ao alto da Sra. da Graça. Espera-se um domingo bastante animado, com a sempre especial e mítica etapa que termina em Mondim de Basto. O pelotão parte de Bragança, às 11h45, para cumprir 192 Km recheados de muitas e difíceis montanhas sobretudo na segunda metade da tirada.

Fonte: Podium

“Revista Notícias do Pedal,17 Longos anos de existência”

O Notícias do Pedal partiu de uma simples publicação anual, durante 4 anos foram feitas quatro edições, para um número restrito de leitores, mais propriamente amigos, com um objetivo único na altura, a divulgação do cicloturismo, modalidade em expansão, onde pouco se falava e dava palavra, já que como atualmente, o cicloturismo e o ciclismo em geral, continuam a não serem apostas dos nossos médias em papel. A dificuldades de por nas bancas uma revista em papel pelos custos elevados, algo que continua a acontecer hoje, surgiu então na ideia do nosso subdiretor, a elaboração de uma revista on-line, já que na altura a internet estava cada vez em entrar casa a dentro dos leitores, e seria mais fácil, com despesas mais reduzidas, e assim o Notícias do Pedal saiu para o mundo da internet no dia 30 de Julho de 1999, logo com a divulgação de um grande evento, as "24 Horas a Pedalar na Pista da Malveira".

Na altura era uma edição semanal, onde todas as semanas os passeios de cicloturismo eram divulgados, mais tarde, e porque era muitas vezes complicado manter esse ritmo, passamos a quinzenal. Mas ao longo dos anos, outros objetivos tínhamos no horizonte, e passamos a ser mensal, também existiram alterações, e a simples revista de cicloturismo, passou a ser uma revista de todas as modalidades onde a bicicleta está presente.

Ao longo dos anos temos tido como em tudo, altos e baixos, temos falhas como todos possuem, e como tudo, também não podemos agradar a Gregos e a Troianos, mas tentamos fazer sempre o nosso melhor, e estar o mais presentes possível, e para que isso possa acontecer, e como a notícia dada hoje não pode ser dada como há uns anos atrás, temos de ser mais rápidos e eficazes, algo que tentamos ser, assim, mantemos a nossa edição mensal, onde apresentamos um resumo das notícias importantes do mês, porem tivemos de nos atualizar, e já alguns anos que temos também a nossa edição diária, com ligação às redes sociais, o que tem aumentando cada vez mais as nossas audiências, e nos gratifica assim o nosso trabalho. Mas não queremos ficar só por aqui, temos o nosso espaço "Pedal Feminino" dedicado ao sexo feminino, e o nosso canal de televisão, tanto no MEO, como ainda no YouTube, a pensar em todos os nossos leitores que não possuem o MEO.

Aquela revista de que apenas o cicloturismo era o importante, mudou, agora todas as notícias de ciclismo são importantes, não esquecendo as nossas origens, e tendo uma dedicação muito especial ao cicloturismo, o qual temos acompanhado constantemente, onde ao longo destes anos fizemos muitos amigos, muitos nos apoiaram, e nos deram força para continuarmos, apesar de ás vezes estarmos já um pouco cansados, mas que nos dá animo depois, quando participamos e fazemos uma cobertura por exemplo das "14 Horas a Pedalar" que apesar de ser violento por descansarmos pouco, no final é gratificante trazer os belos momentos passados no evento, tanto deste, como de outro onde estamos presentes.

Estamos cá há "17 anos" e temos resistido, muitos vieram depois, e já nos deixaram, nós temos muitas vezes navegado contra marés fortes, mas temos ultrapassado, já nos tentaram silenciar, mas continuamos a falar mais alto, não somos para-quedistas, não fazemos a notícia em cima do joelho, apenas tentamos ser profissionais, para isso possuímos esse título, por isso vamos continuar a lutar por aquilo em que acreditamos, por um longo projeto que temos conseguido levar a bom porto.

Assim, vamos terminar por hoje, agradecendo a todos que tem apostado em nós, a todos que nos tem apoiado, e a todos que quando marcamos presença, pela maneira como nos recebem, obrigado a todos, sem vocês não tinha expressão a nossa existência.

Com os votos de bons passeios, boas pedaladas, nos despedimos até á próxima edição. 

José Morais (diretor)

sexta-feira, 29 de julho de 2016

“XII Maratona BTT Rota do Presunto”

11 de setembro 2016 



“Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros”

João Almeida soma e segue

João Almeida (Bairrada) reforçou o comando na Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros, vencendo a segunda etapa, que hoje levou os corredores a percorrer 88 quilómetros, entre Vila Verde e Fafe.

À semelhança do que acontecera na véspera, o calor juntou-se ao percurso ondulado para dificultar a vida aos jovens corredores durante a segunda etapa, designada Troféu Peixoto Alves, em homenagem ao antigo craque. Apesar da dureza, foi um grupo numeroso que abordou a entrada na cidade de Fafe, mas João Almeida não permitiu uma chegada ao sprint.

O corredor das Caldas da Rainha atacou no último quilómetro, em subida e em estrada de empedrado, e cortou a meta sozinho, ao fim de 2h31m58s de prova. Pedro Lopes (Alcobaça CC/Crédito Agrícola), que ainda é júnior de primeiro ano, esteve, novamente, em excelente plano, ocupando a segunda posição na tirada, a 8 segundos do vencedor. O terceiro foi o mexicano Eugenio Mirafuentes (Grupo Codelse), a 11 segundos.

As duas vitórias de etapa não garantem, contudo, o triunfo final a João Almeida, uma vez que inexistência de bonificações faz com que a vantagem para o segundo na geral, Pedro Lopes, seja apenas de 15 segundos. O espanhol Tomeu Gelabert (RH+ Polartex-Fundación Contador) é o terceiro, a 18 segundos.

“A etapa de hoje custou mais do que a primeira, tanto pelo calor como pelo terreno. Ataquei no último quilómetro para consolidar a liderança, pois quero levar a camisola amarela até final”, afirmou João Almeida. Questionado sobre se tenciona vencer a última etapa, amanhã, o camisola amarela desabafou: “Isso também já era de mais”.

As classificações secundárias, à semelhança da geral, mantiveram hoje o mesmo líder que saiu da etapa inaugural. João Almeida comanda por pontos, Pedro Lopes é o melhor jovem e Tomeu Gelabert segurou a camisola dos trepadores. Por equipas comanda a RH+ Polartex-Fundación Contador.

A Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros termina neste sábado. A terceira e última etapa terá 110,3 quilómetros, ligando Boticas a Macedo de Cavaleiros. A passagem pela serra de Bornes, a 15,2 quilómetros da chegada, deverá fazer mossa. A tirada final designa-se Troféu Basílio Angélico, homenageando o histórico dirigente da Associação Regional de Ciclismo de Vila Real.

Fonte: FPC

“Volta Portugal/EFAPEL mantém amarela com Daniel Mestre”

Equipa superou exigente etapa minhota da Volta a Portugal

A EFAPEL assumiu a responsabilidade de defender a camisola amarela envergada por Daniel Mestre depois da brilhante vitória alcançada na véspera, em Braga. Foi assim, e com as temperaturas a atingirem os 40 graus centígrados, que os corredores da formação liderada por Américo Silva enfrentaram e superaram os quase 170 quilómetros entre Viana do Castelo e Fafe. No final, a equipa ainda procurou discutir a vitória que seria do italiano Francesco Gavazzi. Mas conseguiu manter a liderança na classificação geral individual com Daniel Mestre, que foi sexto na etapa.

Concentrados na protecção do camisola amarela, Daniel Mestre, e do chefe de fila da equipa, Jóni Brandão, os corredores assumiram o controlo do pelotão e da corrida durante praticamente toda a tirada. Não sem antes sofrerem um percalço quando quatro elementos foram envolvidos numa queda. Felizmente, todos puderam regressar às sua bicicletas e dar continuidade ao trabalho efectuado desde o primeiro dia.

Já no final, o principal momento de tensão estava na passagem pelo salto da pedra sentada, uma zona de dois quilómetros em terra batida famosa por fazer parte do Rali de Portugal. Esta provocou dificuldades em inúmeros atletas. Felizmente, o comboio da EFAPEL passou sem problemas para chegar a Fafe e discutir os primeiros lugares.

Daniel Mestre não bonificou na chegada mas fê-lo numa das metas volante. Esses segundos foram importantes para segurar o primeiro lugar. Tem uma vantagem de dois segundos sobre José Gonçalves.

“Aproveitámos o trabalho para a meta volante. Consegui vencê-la e somar a bonificação que me permite manter o primeiro lugar. Hoje, o nosso grande inimigo foi o muito calor que se fez sentir durante toda a etapa. O terreno também é ondulado, o que dificulta as coisas. Mantemos a camisola amarela, que é importante para mim e para equipa. O Jóni também está entre os primeiros e na luta pela geral, pois chegou com o grupo da frente. Esse é o nosso grande objectivo”, afirmou o líder da Volta a Portugal em Bicicleta.

Amanhã, a Volta a Portugal deixa o Minho e ruma a Trás-os-Montes num dia que se espera, tenha novamente temperaturas bastante altas. Os corredores partem de Montalegre às 13h10 e estima-se que cheguem a Macedo de Cavaleiros, ao cabo de 158,9 quilimetros, entre as 17h20 e as 17h40. Durante o percurso, há três metas volante e dois prémios de montanha, ambos de segunda categoria.

 

Classificação na 2ª etapa da Volta a Portugal

    Francesco Gavazzi        Androni Giocatoli    4h12m43s

    José Gonçalves        Caja Rural        mt

    Vicente Rubio            Louletano        mt


    Daniel Mestre            EFAPEL        a 1s

14º    Jóni Brandão            EFAPEL        a 4s

46º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 51s

51º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a …

81º    António Barbio        EFAPEL        a 13m54s

109º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 22m47s

110º    Rafael Silva            EFAPEL        mt

122º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 23m02

 

Classificação individual após a 2ª etapa da Volta a Portugal

    Daniel Mestre            EFAPEL        8h38m44s

    José Gonçalves        Caja Rural        2s

    Francesco Gavazzi        Androni Giocatoli    a 8s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 15s

17º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 29s

42º    Filipe Cardoso        EFAPEL        a 1m05s

69º    António Barbio        EFAPEL        a 14m22s

104º    Rafael Silva            EFAPEL        a 27m55s

112º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 30m54s

115º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 36m05s

Fonte: Efapel